www4.fsane*.com.br/revista Rev. FSA, Teresin*, v. 12, n. 4, art. 8, *. 127-141, jul./ago. 2015 IS*N *m**esso: 1806-6356 ISS* E*et*ônico: 2317-2983 *ttp://dx.doi.*rg/10.1*819/2015.12.4.8 Degradação Do Córrego Ribei*ão Dos P*rcos No Município Em Ananás-To En*i*onmental *eg*adati** Of Ribeirão Do* *orcos Brook *n The Munici*alit* O* Ananás-TO *arivaldo Cav**cant* da Silva D*uto*ado em *e*grafia *ela Universidade Fe*er*l de Uberlândia ***fessor da *niversidade Fe*eral do To*antins Emai*: marivaldoareia@*ah*o.com.br Bismark *ilva Sant*s G*aduando ** geogra*ia *ela Univers*d**e Federa* de Tocantins Ema*l: *ismarksa*tos201110@h*tmail.com Endereç*: Bis*ark Silva San*os U*iv*rsid*de Federa* do *o*antins/Ca*pus *e Araguaína. Ru* Paraguai, S/N esquina com a Uxira*as. Setor Cimba, C*o*d*n*çã* de ge*gra**a (PARFOR). CEP: 77.82*-8*8. Ara*uaína-TO. En*ereço: Ma**v*ldo Cavalcante da Silva *niver*i*ade Feder** d* Toc*ntins/Ca*pus de Arag**ína. Rua P*raguai, */N esquina *om a U*iramas. Se*or Cimba, *oorde*ação de ge**rafia (PAR*OR). CEP: 77.824-83*. Ara*u*ína-TO. Editora-chefe: *r*. Marlen* Araújo ** Carva*ho/Faculdade Santo Ag*stinh* *rtigo recebido em 05/05/20*5. Última *ersão recebida em 28/05/20*5. Apro*a*o em 29/05/2*15. Avalia*o pe*o *ist*ma Triple Rev*ew: a) Desk Review pela E*itora-Che*e; e b) *o*ble Bl*nd Review (avaliação *ega por doi* av**iadore* da áre*). Revis*o: *rama*ical, Normativa e d* For*atação B. S. Santo*, M. C. Silva 128 RESU*O * *eg*inte trab*lho com o Tem* "DEG*ADAÇÃO AMBI*NTAL DO CÓR*EGO RIBEIRÃO DOS PORCOS EM AN*NÁ*-TO" *em como objetivo identifica* algun* imp*ctos ambientais ocorrido* no percurs* do c*rrego Rib*irão dos Porcos no município d* Ananás-TO, **gião Norte do estado. O estudo e*t* *en*o conduz**o co* le*t**as, visita* de cam*o, regist*os fotográf*c*s, entre*istas com moradores e alu*o* d* escola da re*e pública. Até o p*e**n*e, * *studo revelo* várias formas de i*pa*tos o*orridos *m função d*s práti*as humanas como: descarte de lixo nas ma**ens, desmatamen*o, queimada e não muito rar* a *resença *e motoris*a* l*vando seus veículos, com casos *e derram*m*nto de óleo dentro da *gua. Com *s*o, contamina o solo e a água *o ri*eirão. Já é p*ss*vel aponta* algumas re*omenda*õ*s c**o: re*l*z** palest*as s*b** a im*ort*n*ia de *rese*var a área d* e**udo nas *scola*, instit**ç*es publica* e privadas, difundir em mí*ia digital, televisada e jornais di*ersos a situação em que o cór*ego se encontra Palavras - Chave: De*radaç*o ambiental. Córrego R*beirão do* Por*os. Ana*á*-TO AB*TRACT The following wo** wit* the theme "E*vironmentl d*gradation of RIBEIRÃO DOS PORCOS broo* *n Ananás-TO" aims to *dentify some enviro*menta* impacts occurrin* along the Ribeirao dos Porcos *rookin *he m*nicipality of Ananás-T* northe*n Brazil. Th* study is be*ng co*duct*d with *ectures, field visits, p*otographic record*, in*erviews with *esidents and public *chool stude*ts. To date, the s*udy revealed v*rious forms of impa**s occurring d*e to human pra*tices such as waste di*p*sal in *h* margins, deforestati*n, burning *nd not very often t*e pr*s**ce of drivers wa*hing t*eir vehic*es whic* sometimes occurs in ca*es *f *il s*illing in*o the water. As a re*ul*, it co*taminates t*e s*il an* water of *he *iver respectiv**y. Theref**e it is possibl* t* point out s*me f*rm* *f recommendatio*s *o make people aware of the *ituation in *hich the broo* is and th* importanc* of *res*rving*t: holding lec*ures i* schools, public and *riva*e i*sti*utions, broa*castin* in di*i*al media, tel*v*si*n *nd tr*ugh newsp*pers abou* the sit*ation in w*ich the stream is. Keywo*ds: Environ*ental De*radation. Ribeirao of P**sbrook. Anan*s-TO. Rev. F*A, Teresina, v. 12, n. 4, art. 8, p. 127-141, jul./ag*. 2015 www4.f*anet.c**.br/*evista Degrad*ção Do C***égo Ri*eirão Do* Porcos No Municíp*o Em A*a*ás-To 12* 1 *NT*ODU*ÃO O m*i* ambiente está sendo muito devas*ado a cada dia q** passa. Destruiçã* das matas ci*iar*s, e o ac**u*o de lixo em *ocais imp*óprios, prejudi*an*o a sociedade de maneira em *era*, mas as p*incipais ca*sas para es**s probl*mas acon*ecere* parte da ação do ser humano, ocor*endo t**bém através *e ação *a***a*, P*rtan*o *ma das *aiores preo*upa*õe* *ue está rel*cionada ao meio ambiente é refe*en*e à *reservação dos córregos, rio* e lagos (TUND*SI, 2005). A mata ciliar é *e *ra*de i*portância *ar* o cu*s* *e um rio, pois ev*t* que a água das chuvas *aia diretamente no s*lo, *r*voque a *upt*ra de agre**do* e * transport* d* sedimentos para o* rio*, ****ando o a*soreamento que também *ontribui para as enchentes. O córrego R**eirão dos p**c*s é o úni*o que aba*te*e o m*n**ípio d* A*anás-TO, **r isso é nec*ssário a conscientiz*ção da popu**çã*, e *ais *tenção por parte d*s gestore* do mu*icípio, para **e ocorra a re*uperação e a *reservaçã* do c*rr*g*. A f*lta dessas medi**s *oderá ocasion*r **rios pr*blem*s co*o, por ex*mplo, * *a*ta de água, e **ua de p**sima qualidade. Acre*ita se q*e e*te assunt* deveria ser mai* difundido * discutido n*s *sc*las *a locali*ade, p*incipalment*, *o **sino fu*damental e no ensi*o médi*. Out*a maneira d* chama* a *te**ão da *opulação é com a reali*açã* de palestras e* i*sti*uiçõ** públicas c*m vist* * most**r a impor*â*ci* d* preservação da área *e estudo, estimul**d* a não *ol*ir o* ri*s não realiz*r q*ei*adas, p*ese***r as marg*ns dos córr*gos *, mostrar as possíveis consequências ocorrida* com a *egradação. O presente trabal*o, ainda em andamento, t*m o propósito de ident*ficar al*uns impactos ambi*nt**s ocorr*d*s no pe*curso d* córrego *ib*i*ã* dos P*rcos no m*nic*p*o de A*anas-TO, região No*te do estado. O e*tudo **stif**a-*e, um* *ez que e*s* ribeir*o tem função fund*me*tal *o a*aste*im*nto de água humana para a cidade. A*ém d**s*, vem sendo muito *e*astado, de**ruído, e o maior ca*sador desse* problemas vem d** prátic*s h*m*nas, s*u nível *e p*l*ição, ac*mulo de lixo as mar*ens do c**rego é c**stan*e e intenso. * M*TODOLOG*A ADOTADA R*v. FSA, Tere*in*, v. 12, n. 4, art. *, p. 127-141, *ul./ag*. 2*1* www4.fsa*et.com.br/re*ista *. S. Santos, M. C. Silva 130 A conduçã* da pesquisa *em *end* des*nvolvida *om rev*são b*bliográfica, visitas de campo1, ent*e*istas junto a*s moradores das p*oximi**des, r*gistros fotogr*fic*s paut**os em trabalhos de*env*lvidos **r Brito, Silv* e Aragújo (2*07); Silva, et.al. (2*0*); Silva e Paze*ra J*n**r (2011); So*sa e Silva (2013); Van*erley e Sil*a (201*) e e*içã* de textos par*iai*. *m ga*inete, nas fotog*afias u*iliz*das no *e**o foi aplicada a correção automática, e opto* pelas ton*lidades *e bri*ho e contr*s*es a*tomático* utiliz*nd* os re**rso* do Microsof* Offi*e P**ture M*n*ger do Win*ow* 8 conforme Vandereley e Silva (2015). Ananás é um **n*cípio bra*i*eiro *o estado do Tocanti*s. Localiza-se * uma l*t*tud* *6*21\55\\ sul e a uma l**gi*ude 48°04\2*\\ *e*te, *s*ando a um* alt*t*de d* 220 m*tros. Pos*ui uma *rea de 1398, km². Situa-s* relativament* perto, a c*rca de 50 km do *io Aragua*a (SEPLAN, *001). 3 RE**LTADOS E DISCUS*ÃO O *ssunto sob*e a escassez de ág*a está se tor*ando c**a dia mais freqüente, presenciamos há dias o grande prob**ma qu* est* enf*entando a maior cidade do Bra*il, São *aulo vive uma das piores crises hídr*cas *e s*a hi*tór*a. O siste*a Cantareira est* *rati***ente va*io, por isso de**mo* levar em con*ideração e t*r como referênc*a tal situação e *rotegermo* noss*s recursos híd*icos que é *e vi*al importân*ia para o se* humano. De acord* com Sant*s (20*4) um dos grandes prob*emas qu* te* *au*ado dan*s a* meio ambient* é o c*escimento acentua** da população, com iss* oc*rre o aumento da poluiçã* e acum*lo de lix*, fa*ores que contr*bu*m para a devastação do meio ambie*te. O ac*ntu*d* cres**mento *a *op*lação e o des**volvimento industri*l t*m causado sérios dano* a*bientais, especialme**e *q*eles liga**s a pol*ição da água re*ul*a dos esg*tos domést*cos, d*s despejos industriais, do escoamento das chuvas das ár*as *rban*s e das *g*as de ret*rn* de irrigação, da in*dequad* *isposição do lix*, d*s acid*ntes ecológi*os e etc. (SAN*OS, 200*, p. 4). Rebol*as (2006) afirma sob*e as *ç*es *ometidas pe*o *omem que *fetam na qualidade da* águas, fatores determin*nt*s pa*a q*e haja uma m*dificaçã* ness* ambiente hídrico. Con*ide*ando a importância *re*cente da i*fl*ência dos fatores antrópi*os na q*alidade das águas- forma de uso e ocu*ação do meio fí*i*o e *as atividades so*io*conômica*-, to*na-se necessár*o, com **e**ência crescente, distingui* as suas 1 o traba*ho de campo é um instrumento de a*ál*se geogr*fica que permite o reconhecimen*o do obj*to e, *ue,
faze**o pa*te de um m*t*do de in*es*iga*ão, permite * inserç*o *o p*squ*sador no movimen*o da sociedade c*mo um todo (SUERTEGARAY, 200*). R*v. FS*, Teresi*a, v. 1*, n. 4, ar*. 8, p. 127-14*, jul./ago. 2*1* www4.fsanet.com.br/revista
Degra*aç*o *o Co*régo Ribeirão D*s Porcos No Mu*ic*p*o E* Ana*ás-T* *31 *aracterí*tic*s naturais daquela* engrenadas pela ação do **mem (REBOL*AS, 2006 p. 1). Perc*be-s* **e as inte*ve*ções no meio ambien*e, espec*almente na *art* híd*ic*, são sem*re oc*sionadas pelo ser *umano, provocando mu*anças q*e alte*am o meio natural. Tund*si (2005) cita sobre as regiões *om maior d*sponibilidade de *gua e revela q*e a R*giã* Nor*e está no to** com maior abun*ância. Explica que essa s*tuação se d* * reg*ão com me*os habitan*es, *orém re*salta q*e as condições das ág*as, em relação a s*neame*t* * tr*tam*nto s** precárias. A regi*o co* *aior abundância e disponibilidade d* recursos hídricos * a região Nor*e, principa*mente levand*-s* em conta a *aixa **nsida*e *opula*ional. Entretanto, as con*i*õ** **nitá*ias (drenagem de esg*tos e tr*ta*ento de água) são pre*ária*, a*ravando o problema de saú*e h*mana, com *nc**ênc*a sobre a mortalidade in*anti* (T*NDISI, 2005, p. 94). Perceb*mos qu* a reg*ão se destac* e* re**ção à *uan*idade de águas, mas, sem os devidos cuida*os pa*a manter uma b*a qual*dade na portab**id*de e a própria f*lta de saneamen*o básico contribuem para qu* ocor**m inúmeros casos de doenças d* v*icu*ação h*drica. Por isso é necessá*io o trata*ento adequado para **itar possí*eis doenças ocasionadas pela as água* contaminadas. A água é de ex*rema importância para a *anutenção da vida, espe*ifica*ente a água do*e, *g***o ta*bém *iante de *tividades como na economia. "A água doce é, portanto, *ss*ncial à sustentação da *id*, e suporta também as atividad** econôm**** e * desen*o*vim*nto" (TUNDISI, 2**5. p. 1). Vale r*ssalta* que a de*ra*ação de uma áre* ocorre de forma mais ráp*da do q*ê a *ua recuperação, o* seja, not*m*s que, p*ra se destruir u* ambiente natural é bem mais fácil que *econ*truí-*o; o nív*l de *egradação a*ontece d* Ma*eira acelerada; já su* recuperação de uma forma *em l**ta. Podemos d*ixa* aqui, *em *l*r*, que *m* recuperação *e uma área deg**dada o*orr* *e maneira be* lenta e co* um custo muito a*to como *á foi m*ncionado anteriormente. Tu*d**i (2005) afi*ma que *s municí*ios d* p*queno e médio porte devem pro*ov** * resolução dos probl*mas relacionados ao* i*pactos a*bienta*s, a áre* a**i e* estudo, s*tuada e* Ananás-TO est* inse***a nesse *ontexto, pois é cons*derada u*a cidade de pequ*no por*e. * *rau elevado de ur*aniza*ã* produz novos pr*blemas *o gerenci*mento de recursos *ídricos: municípios de médi* e pequeno portes devem prom*ver alterações *a legis*ação, no *ont*ole e nas tecno*ogia* p*ra geren*iamento e tratamento *e *ecurso* hídr*co*, tendo em vista a m*nimização dos impa*tos e a *timizaç*o d*s usos múltiplos (TUNDI*I, 2005, p. 1*3). Rev. *S*, Teresin*, v. 12, n. 4, *rt. 8, *. 127-141, jul./ago. 2015 www*.f*an*t.com.br/re*ista *. S. Sant*s, M. C. Silva 132 Segundo alg*ns *oradores, o B*m*u Gua*ua Webe*ba*eri *onhecido como tabo*a2 tem a função de e*itar que ocorr*m erosões, poster*ormente vindo * i*pedir assoream*nto às marge*s do *órrego. Na (f*gura **) fica bem próxima a nascen*e do córreg* Ribei**o dos *orcos. Segundo *nformações ob*idas através do senhor Mauro Alve* dos Santos, (2015), *x- secretário do Meio ambiente do município de **aná*), * mesmo vem a afirmar que * ch**ada c*ixa d\água3 é de suma importância para que se possa manter viva a nasce*te *o *órr*go Ribeirão do* p*rcos, prin*ipa*mente na época do verão naquela re*ião. Figura 01 - Caixa d\água, nome *tribu*d* p*r moradore* da *egião ao local que a*umula água p** meio da i*f*ltração no *erío** das chuvas Fonte: Bis*a*k Santos 27/01/15 2 Taboca é * nom* popular (oriundo do tupi) do *ambu *uadua W*berbau*ri. Tal bambu é nativo do Brasil,
podendo ser encontrado facilmente em t*do o território nac*onal. Co*tu*a-se ch*m** de *abo*a certas flautas típicas do norde*te e n* interior d* Bra*il, *r*duzidas neste tipo de bambu, m*is c*n*ec*das c**o p*fe brasileir*. http://**.wikipe*ia.org/wi*i/T*boca 3 *ocal com capacidade de *r**zenar bastante á*ua p*r período p*olongado segundo inform*çõ*s d* senhor Mauro Alves dos *antos, (201*), ex-secretá*io do Meio ambiente do municípi* de An*nás Re*. FSA, *eresina, v. 12, n. *, *rt. 8, p. 127-*41, j*l./ago. 2015 www4.*sanet.com.br/rev*sta
Degradaç*o Do Cor*égo Ribe**ão Dos Por*os No Município Em An*nás-T* 13* N* perí*do *onsiderado inver*o a (caix* *\água) *em a fun**o de acumular ba*ta*te á*ua *m sua *upe*fíc*e, daí que a*are*e sua importân*ia n* período de ver*o. C*m a escassez das *huvas a (ca*xa d\água) tend* a *scoar água e de*peja na nascente do *órreg*, o que faz com que *le se mantenha vivo. P**a Tundi*i (200*, *. 187) "A água é *bíqu*- est* em qua*e todas as r*giõ*s do *laneta, principalme*t* ond* há c**cent*aç*o hu*ana, conseq*ênc*a natu**l da di*ponibilida*e de ág*a. A pr*s**vação é constant* ** plan*ta, e onde n** há água não vida". Entende-se qu* prese*va* é *ecessá*i*, * preciso, é *brigatór*o, é essenci*l para a vida humana e que sem á*ua não *á possibi**dade d* vi*a na terra. A presenç* de Ba*bu Gu*dua Weberbau*ri (*igura 02) nas marge*s do córrego prese**iadas tem fundamen*al contr*buiçã* para a pre*ervação, princi*almente, das mar**ns do córrego; e, * (caix* d\**ua) p*r *c**ula* águ* ** período das chuv*s através da infiltraçã*, *juda a regulari*ar o fluxo de á*ua corren*e por vá*ios meses do *no. Figura 02 - Bambu conhec*do como (Taboc*) *as margens do córrego R*beirão dos Porcos em Anan*s-TO **nte: Bis*ark Santos 27/01/2015 *ssencial à vida, todos os *rganismos vivo*, inc*uindo h*mem, dependem da *g** o para a sobr*vivência. A água é de ta*anha importância para a sobrevivência dos seres *u*anos, sua existê*cia é indispe**á*el *ara q** haja vida no planeta t*nd*si (2005). Rev. FSA, Teresina, v. 1*, n. 4, ar*. 8, p. 127-141, ju*./ago. 201* w*w4.fsanet.com.br/revista B. S. San*os, *. C. Silva 134 O c*rr*g* em estudo *stá em situaç** críti** n* que se refere *s ações de intervenção hu*a*a qu* ocasi**am a degradação do mesmo. Para mi*imi*ar e te*tar r*verte* *a* situação precisa-se da colaboração da *o*ulação lo*al. É ne*e*sário qu* e*ista a col*ta de lixo, im*lantação *e redes de *sgotos para evitar al*uns ****lemas am*ientais. Tund*si (2*05) *omenta que: a água é um r*curso **nito, e que, para termos uma águ* de boa qualidade, ou seja, u* *ratame*to adeq**d* i*á exigir um cu*to basta*te alt*, e * in*e*timento **ra a recuperaçã* de *mbiente* hídricos é muito elevado. Ent*eta*to, amp*i*-se * percepção de que * á*ua é um recu*so finito, de q** há limi*es em seu *** e os custos do *r**ame**o es*ão cada vez mais e*ev*dos, além dis*o, os custos da r*cuperação de lagos, rios e r**resas s*o *amb*m m*ito altos (TUNDISI, 2005, p. 2). De a*ordo com Tundisi (2005) os impacto* q*e ocorrem *os recurso* hídricos são o*asionados, n* *aioria das veze*, pela a ação do hom*m, e *sses *mpactos irão alterar o ciclo h*d*ológico e também a qualidade das águas. *s prin*ipais ativida*e* *umanas cujos i*pa*tos no* *e*ursos híd*icos, do p*nto de vist* quanti**tiv* e *ualitativo s*o re*ev*ntes, alterando, por**nto o ciclo hidrol*gico e a qualidad* da água são: ur*anizaç*o e *espejos de e*goto *em tratamento, co*st*ução de estradas, desvio de ri*s e cons*rução de canais, mineração, hidrovias, constru*ão *e r*presas, e atividades industriais (TUNDISI, 2*05, p. 91). O aut*r faz su* *olocação se referindo ao a*me*to da urbaniza*ã*, que i*á c*ntribuir *ara que *corram probl*m*s nos recu**os hí*ricos; fala *obre possí*e*s muda*ças *a legislação do m*nicípio, tu*o isso para t*nta* diminuir e combater esses impactos, como *egr*dação, poluição entre tantos outros problem*s. O poder p*b*ico muni*i*al poder*a buscar parc*rias junta**nte com o* e*pres*rios da cidad* para buscar m*lhoria p*ra aquele ambiente, como aju*a financeira na co*pra *e m*das para plantio às m*rgens d* có*re*o, i*formar à sociedade, através d*s *eí*ulos de c*municação, para estar p*ese*van*o *quele mananc*al, *entre ou*ras pol**icas vol*a*as para o bem *o córrego Ribeirão do* *orcos. Os reg*stros fotográ*icos r*vel*m uma série de problemas ca*s*dos pe*a aç*o do homem como * reg*stro de focos *e quei**das *a* **oxim*dad*s * dent*o da própria nasce*te4 do *órrego que deveria ser área de preservação a*bien*al *onforme verifi*ado na (f*gura 03). *igu*a 0* - focos de queimadas n* nasce*te do córrego Ribeirão dos porcos em Ana*ás- TO 4 A população local denomi*a a na**ente de cabeceira do córrego
Re*. FSA, Teresina, v. 12, n. 4, art. 8, p. 127-141, jul./ago. 2015 www4.fs*net.com.br/revi*ta
Deg*ada*ão Do **rr*go R**eirão Do* Porcos No *unicípio Em Ananás-To 135 Fonte: Bismark Santos: 27/01/2015 A *rea da nascen** do Có*rego Ribeirão *os Porcos ficou bastante degrada*a após * *ncêndio oc*rrid*. Mesmo **ós te* sido queimada, foi v*rificado in l*cu que, parte da vegetação, se en***tra em fase d* *ecuperação e reconstitui*ã*. Nas pr*ximidad*s d* cabeceira do córrego Ri*eirão dos Porcos existiam várias *utras nas*ente*, *orém foram dest*uídas com o desmatamento por cha*areiros da*uela região, sempre *isando lucros, p*ns**do no lado econ*mico, e não se preocupa*do com *rese*vação, *em pensar que em um futur* p*óximo o próprio destr*idor será o maior prejudicado. *il*a (2007), ao rea*izar es*udo em área de reserv* ec**ógica no e*ta*o da Paraíb*, apont* um conjunto de fatores que *e*am * afeta* qu*lidade das á*uas de nossos rios, * *raz*n*o inúmeros *rob*emas à saúde *umana, como doenças, e p*ra u* futuro próxi*o uma p*s*ível escassez de água *ara * humanidade. Como citado em vár*as op*rt*nidades *o decorrer d*ste trabalho, t*nt* as c*ndições na*ur*i*, junt*mente com a ação antrópica co*tr*bue* para *c*leraçã* do processo *e degrada*ão como a*i*ma (SILVA, 20**). As próprias co*dições naturais po*em, junto co* o ma**jo inadequado, acelerar a *egradaç**, apesar da* c*us*s natur*i*, por *i só, desencadea*em processos de degradação ambiental, * ocu*ação desordenada pela ***ied*de, al*ada as condiçõe* n*tu*ais de risco, podem provocar desastres que env*l*em, de modo geral, prejuízos m*teriais e pe*das h*man*s (SILVA, 2007, p. 69) É evident* que os *ois f*tores as*ociad*s irão cont*ibu** para *ue a deg*a*aç*o *mbien*al oc*rra, p*rém o ser humano, trabal**ndo co* a *juda das nova* tecnolo*ias, com cons*ientizaçã* da sociedade é possível co*bater e*sas *egradaç*es. Sil*a (2*07) também *ev. FSA, Teresina, *. 12, n. 4, art. 8, p. 127-141, jul./*go. 20*5 www4.f*anet.com.br/revi*ta B. S. Santos, M. C. Silva 136 a*gument* *m rel*ção * gestão de unidad** de conservação, em que é necessá*ia a me*h*ria e posteriormente co* * participaçã* ativa da sociedade. Vale salientar que em te*mos de gest** de unidades de *on**rvação precisa-s*, em muito, ser me*h*ra*o. E**re*anto, * sal*tar *estaca* que a* *reas prot*g*da* pelo estado sã* pa*rim*nios de toda a *ociedade, e, como tal, neces*ário propic*ar é me*anismos em q*e * própri* população possa p*r*icipar e opinar, tant* n* consti*uição de n*vas unida*es co** na g*st*o da* a**ais (SILVA, 2007, p. 12*) Já em estudos real*zados na cida*e de Ara*uaína-TO, co**tataram que a maioria dos a*bien*es hí*ricos *ncon*ra-se degradados, co* u* alto grau de p**uição, fato* es*e ocasionado *elo *r*sci**nto ur*ano desordenado, construções às *argens dos có*regos, *c*r*endo também o de*mat**en*o; todos esses fatores contribue* para o processo d* degradação e po**ição. A *gua é de suma *mp*rtância para a *ida d* ser hum*no na terra, sem el* nã* ha meios de vid*. É pos**vel *im sanar *s problem*s rel**ion*dos à poluição, c*mo por exemplo, **da cidadão *e cada região contribuir faze*do sua *ar*e. De a*ordo com (GU*MAR*ES, 2009) O cór*ego neblina *evido á forte urba*ização e* suas m*rg**s encontra-se bas*an** dete*iorado. Princi**lmente pelo d*smatamento completo *e sua m*ta cilia*, a qual é muit* importan*e para man*er volume de *gua, a*ém *e os p*oteger*m co**ra o * a*so*eamento e *ros*o (GUIMARÃES, 2*09, p. 10). Constatou-se, também, outra área deg*adad* e poluída na região, como cita S*lva (***9), alertando p*ra o perigo de enchentes ocasionadas pela ação humana. Histo*icamente os *ios e *órre*o* da* áreas urbanas *êm sendo mo*ifica**s com a *ção de*enfr*ada da urbanização e o cres*imen*o em que h* *erda de áreas cada vez *ais n*turais, vem *en*o transformadas, perd*ndo espaço pe*a aç*o do h*mem, esta ocupação *o* casas, indústrias e vi* de tr*nsportes ve* estreitando ** áreas naturais de escoame**o e a*pliando o p*rig* de enche*tes (SILVA, 2*09, p. 8). Voltando * á*ea de es*ud*, a população lo*al d*ve *o*ab*rar com a pr*servação * co*ser*ação d*s n*s*entes e do curso do rio para evitar pro*le**s fu*u*os. Várias erosõe* foram con*tatada* nas proximidades das margens do córrego, pro*avelmente, provoca*as pela pouca exis*ência de ve*e*açã*, p*lo impacto das g**as d*s á*uas *as chuvas, mas *amb*m, devid* * desmat**e*to ocasionado pelo homem, fator este que influencia p**a este proc*sso j* que o so*o perde sua pro*eção natu*al (*igu** 04) Figur* 04 - Erosã* *róxima ao córrego Ribeirão d*s porcos em Ananás-*O Rev. FSA, Teresina, v. 1*, n. 4, a*t. *, p. 127-141, *ul./ago. 2015 www4.fsanet.com.br/r**i*ta Deg*adaç** Do Corrég* Ribe*rão Dos Porcos N* **ni*ípio Em *na*ás-To 1*7 Fonte: Bismar* Sant** 27/01/201* Outro fator qu* con**ibu* p*ra o*asionar mais degradação ocorre a*rav*s d*s c*uvas, oc**r**d* grandes process*s erosivos, como v*s***i*a*os na im*gem aci*a. O que também contr*bui bastante *ar* a poluição do córrego é devido às *avadeiras de roupas *ue frequentam o *o*al *ara fazerem s*us serviços, deixa*do ali caixa* de sab*o em pó vaz** sacolas plást*c*s, pro*uto* descartáv**s *entre outro*, com isso oc*sio*a* o a*úmulo de l**o. Atrav*s de algu*as *eituras, os au*ores apo*tam *o su*gimento *e algumas técnicas, para c*nter os alt*s níveis de po*ui*ão. Aind* segundo Tundi*i (2005) * autor *fi*ma *obre a* novas te**ologias *ue devem ser *tilizadas para ameniza* a p*luição d*s ambi*ntes n*tur*is que é de *uma *mportânci* par* a vid* h*man*. T**no*ogia* l**pas *ão aborda**ns *ambém utilizadas pe*a *ndústri* *ara me*horar ** lucros e aumentar o c*ntrole sob*e a poluiçã*, principalment* lev**do-se em conta a cobrança pelo uso da á*ua * *s custos de trat*mento* dos aflu*ntes (TUNDIS*, 2005, p. 157). O autor se pronu**i* em relaçã* ao surgiment* dessas novas t*cnolo*ias voltada para a ár*a de rec*r*os h*dricos, tendo em vista um *ene*icio *ara dimi*uir f*tor*s com* poluição, degrad*ção entre outr*s pro*lemas relaci*n*dos *o meio ambien*e. T*ndisi (2005) come*ta em s** o**a sobre os esforços *ara ocorrer a recu*eraç*o, e ci*a os componentes envol*idos *ara uma possível prese*vação dos locais *t*ngidos. Os e*for*os de r*cup*ração de*em consid*rar os componente* econômicos que envolva* a inf*aestrutura sóci*-econômica, os custos *e tratament* e *a recup*raçã* e o valor *grega*o que consist* em água *e excele*te qualidade que p*opor*iona m*ltiplas ativida*es (TUNDISI, 200*, *. 157). Rev. FSA, Teresi*a, v. 12, n. 4, art. 8, p. 127-141, ju*./ago. 2*15 w*w4.fsanet.com.br/revista B. S. Santos, M. C. Silva 138 O Assunto aqui traba*hado ap*esenta e* t*das as partes da pesquis* es*a preoc*pação e* prese*v*ção, o te** aborda sobre *egradaçã* q*e é a área *fetada em estu*o, porém alerta a popula**o l*ca* dos riscos que **ão ocorrer fut*rament*. Per*ebemos * porquê de tanta repercus*ão s*bre o* i*pact*s *el*cionados ao mei* ambiente, pois, ocorrendo * *sc*ssez da ág*a não h* man*ira de sobrevi*ência, * relevâ*cia *e se t*r uma água de *oa *ualidade, *s i*pedimen*os que ir*o ocor*er c*mo, por exemp*o, a l*mita*ã* das atividades econômicas, red*ção de muitas ativida*es q*e só são propor*ionadas através da água. Po*ta*to a preocupação nest* trabalho é local, tr*tando se do córreg* R*beirão dos Po*co*, mas esse assu*to *em se expandi*o *m n*vel *u**ia*, pois es*á aco*tecendo em todas as partes do m *nd*. Tundisi (2*05) *egue afirmando sob** *s **tos c*s*os de re*up*ração *e amb*entes hídric** e d* po**ív*is conflitos *ntre *id*des e t*mbém sobre os desafi*s atuais e * produção de te*nologias inovado*as para d*min*ir o* gastos com recuperação. Um dos grandes *esafios atuais é calcular os cus*os de *e*uperação de *istema* aquát*cos d*gradados e **oduzir tecnologias e *ovas iniciati*as insti*ucionais p ar a baix*r os custos. A apropriação de á*uas de vá*i*s *acias hidr*grá*icas *ode gerar co*flitos in*t*tucionais e econô*icos entre vá*ios mu*icípios (TUNDIS*, 2005, p. * 7 5 ). *o*em*s su**r** algumas soluçõ*s, para que se pos*a ter ma*s entend*m**to sobre o assunto e consc*ência por parte dos mora*ores d* ci*ade de Ananás-To para com o Ribeirão dos Porcos. Como criaçã* e* programa* de r*dio* na cid*d*, po*endo re*assar para a população d*dos, *u sej*, *úmeros sob*e a pe*qui*a, en*atizando os pr*blemas ali existen*e*, também sobre quantidade e q*alidade da á*ua e dema*s **forma*ões q*e serão valiosas pa*a a po**lação, cr***ão de página* na i*ternet como *firma (TUNDISI, 2005). * criação de redes de comun*cação por interméd*o *e internet, rádio, televis*o e jornais tamb*m pos*ibi*ita amp*iar a capacidad* de compreensão dos proble**s *e*a *omunidade e, *em dú***a, per*itirá at*ngir o g*ande p*blic* de fo*m* per*ane*te, criando movimento de grande rep**cussão (TUNDISI, 2001, p. 182). **dos esses meios de comunicação citados pelo o autor, são de s*m* imp*rtância para a conscientizaç*o da socieda*e, sem*re pen*an** no melh*r para o f*tur* da h*manidade. T*nd*si (2005) nos mos**a os desafios a s* encarar com a possível escassez *a água, e a u*ilização de maneiras p*ra me*h***a dos ambientes híd*icos. Os d*safios r*ferentes * es*assez da *gua d*vem ser enfrent*dos com vigoroso gerenc*ament* do supr*me*to * da dem*nda, c*m a inc*usão de novas fon*es, como exp*o*ação sustentada do* *quíferos subterrâneos, reflorestam**to i*tensivo p a* a R**. FSA, Teresina, *. 12, n. 4, ar*. *, p. 127-141, jul./ago. 2015 www4.f*a**t.com.br/re*ista Degr*dação Do Co*r*go Ribeirão Dos Porcos No Município Em *nanás-To 139 proteger rec*rgas * proteçã* * *ecup*ração dos solos para melhor g*stão d* qualidade da água (TUNDISI, 2005, p. 190). *az-se necessário cria*ão e util**ação de estratégias *ara a enfre*ta* esses problemas relacionados à água, u*i**zando té*nicas p*r* *eut*lizar a águ*, medi*as de prevenção e criar ferra*entas pa*a p**te*ão dos *ossos mananciais, compartil*arem conhe**me*tos sobr* a temática com * socie*ad*, realizar *ç*es efetiv*s *o* vistas a mi*orar os impactos nas ár**s af*tadas. Foi constatado, at*av*s de visita* *o *oca* *e *stud*, que *s usuá*i*s que frequentam o Córr*go Ribeirã* dos *o*cos desca*tam l*xo a céu aber*o em diver*os locais às *ar*ens do seu curso. Além de saco*as plást**as diversas, ga*r*fas pets diversas, lata* de cerve** e refrigerante*, dentre outros objetos, foi encontr*do colchã* aband**ado em um *etermi*ado p*n** da margem como il*stra * (fig*ra 0*). É possível i*d*z*r também, que esse co*chão c**o *s demais objetos verificados, foram transportados *ela corren*eza *a água o que não m*n*miz* * im*a*to as m*rgens do córrego. Figura 05 - *cúmulo de lixo as margens do cór*ego Ri*eirão dos *o**o* em *n*n*s-TO Rev. FSA, Teresina, v. 12, *. *, art. *, p. 127-1*1, jul./ago. *015 www4.fs*net.com.*r/revi*ta B. S. Santos, M. C. *ilva 140 Fonte: Bismark Sa*tos 27/01/*015 O c*rrego Ribeirão do* Porcos serve *ara mu*t*s funç*es, s***o utilizado pa*a lazer, uso d*méstico, pa*a consumo próprio, e p*ra que se *enha uma *gua de qualidade e *or muitos faz se necessá*io t*r consciênci* e cui*ar do ambi*nt* e d*mi*uir e se possível acabar com * degrad*ção e prese*vá-lo. O ma*or causador *os problema* relacionados à nature*a, sobretudo na p*rte h*drica, é cau*ado pela inte*vençã* huma*a. O problem* *e degr*dação ambi*ntal aqu* es**dado é u* assunto *astante d*scutido em níve* *undial, a mesma temát**a aqui debatida é discutida com f*equê*cia por *ários Au*ores co*o M**ossi (2*03), Cunha e Gue*r* (20*3), e **mbém Tundisi (2005, p. 43), "*ai* de 20% de t*das as es*écies de á*ua doce es*ão ameaçadas ou em perigo em razão da const*ução de b**ragens, diminuiçã* do *olume de ág*a e danos *ausado* por p*luição e contam*naç**". Segu*ndo *om * opin**o dos autores, trazend* *firmações sobre as dif*culdades *ue as **ssoa* irão en**ent*r devido um futuro com estr**se de água, em algu*s an*s po*ula*ão a mundial irá passar por situaçõe* complicad** em relação à *scass** de *gu*, **ndo aqui al*uma* projeções para o fu*u*o. Tundisi (2005. p. 65) af**ma q*e "Em 2**5, dois *erços d* p*pulação humana estarão viv**do e* regiões com estresse de água. Em mui**s p*ís*s em de*envo*v*me**o a pouca d*sp*nib*lidad* de *gua afeta*á * cresc*ment* e a economia lo**l e region*l". Ananás é u* município *rasileiro do *stado d* Tocantins. Loc*li*a-se * uma latitude 06º21\55\\ s*l a uma longi**de 48°04\22\\ oest*, **tando a uma e altitu*e de 220 m*tros. Possui um* *rea de 139*, k*². *i*ua-se re*a*ivamen*e *erto, a *erca *e 50 km do rio Aragu*ia (S**LAN, 20*1). 4 CONSIDERA*ÕES PARCIAIS Várias ações com*tidas pelo o homem provo*am *anos, de maneira, às ve*es, irrev**síve** no meio ambie*te, ocasio*and* má qual*dade da água, a*sim *omo g**n*es impac*os n* meio *atural. Isso ve* ocorrendo no córrego em Anan*s-TO, *ráti*as dive*sas por parte do *er humano. *om o pa*sar dos ano* a sociedad* *oc*l *oder* arcar com *s *ons*quên*ias pelo *a*ta de c*nse*vação e preservação da *rea. Outr* situação que deve s*r Rev. FSA, T*r*sina, v. 12, n. 4, art. 8, p. **7-14*, jul./*go. 2015 www*.fsa*et.com.*r/revista Degrad*ção Do Corrégo Ribeirão Dos Por*os No Município Em *nanás-To 141 trabalhada, dizem respeito às escola*, inst*tuiçõe*, creches, Facu*da*es existentes no mu*icípi* a despeito da Educação **bien*al voltada para * córrego Ribei*ã* dos por*os. Outro fator que *ont*ibui bastante par* esta de*radação e aumento da poluição é oca*ionado pelos ***oristas d* veí*ulos da cida*e, que lavam seus auto*ó**is no có*rego e **abam pol*indo, desc*rtam **xo à* vezes, oco*re **rramamento de óleo de*tro d* água. Com isso, contami*a o solo e, *espect*vam*nte a água do ribeirã*. *á r*gistros de pessoas que moram nas proximidades do córrego que oca*ionaram e prov*caram desmatamentos d*rrubando á*vores às margen* do r*be*rão; isso vei* a ocorrer a décadas, conforme relatos em visita* de campo junto a moradores que resi**m nas proximid**es d* *re* pesqui*ada. Sugere-se pro*ov*r a se**na *mbiental d* recicla**m sob*e as *a*g*ns d* có*rego, n* i n* u* t o de p*der estar colaborando com o local, *espoluindo * mesmo e *osteriorme*te estar d*vulgando essa campanha para *ue *irva de exempl* par* res*a*te * *a socied*de, *titude es*a para m*strar a r*alidade dest* ambient* hídrico, *d*ntificar dia*te da população * relev**cia que tem *ssa áre*, que serve para manter o pov* d*q*ela reg*ão, e també* vale ressaltar que * *ib*irão d*s P*r*os é tido como áre* de *azer p**a os f*na*s de sem*na, portanto *lém ** abastecer todas a* moradias da c*dade, * cór**go serve com* balneár*o * at*ativo tu*ís*i*o para a* populaç*es da re*ião * visita*tes. REFERÊNCIAS GUERRA, A. J. T. A ques*ão a*biental: di*eren*es *b*rdagen*/ S*nd*a Bap*ista d* Cunha, Antonio, J. T. G. (organizadores). - 2 ed.- Rio de Janeiro: Bertran* B*asil, p. *48, 2003. G*IMARÃES, K. G. P*oblemas *mbientais e a canalização do c**rego ne*lina em *raguaína (T*). **0*. IBGE: in*tituto bras*leiro *e geografia e e*tatístic* www.IBGE.gov.br MAGOSS*, L. R. 1960- Po*u*ção das águas/ Luiz Robert* Magossi, Pa*lo He*rique Bonacella. - São Paul*: Mode*na, 2*03. - (*oleção Desafios). REBOUÇAS, A. C. Águas doces n* Brasil: c**it*l ecológico, uso e *onser*ação / organ*zador*s *enedito Braga, José *aliz*a Tundis*. - 3. Ed.- S*o Pa*lo: Escrituras **ito*a, 2*06. S*NTOS, F. *. Meio *mb*ent* e Pol*ição. Jus Navigandi, Te**sina, n.201, 23 jan. 2004. S*LVA P. S. *. Leva*tamentos d** problem*s am*i**tais *o Córrego *a*á ** Aragu*ína- T*. *rab*lho *e Conclusão de Cu*so (TCC). Uni*ersida*e *ederal *o To*antins. 1*1, *009. Rev. FSA, T**esina, v. 12, *. 4, *rt. *, p. 12*-141, jul./ago. 2015 www4.fsanet.c*m.*r/r*vi*ta B. S. S*ntos, M. C. S*lva *42 SILVA, M. C. Degra*ação amb*ental na *eserva ecoló*ica e*ta*ual da mata do pau *erro- Areia (PB). 2007. **1 p. D*ssertação (Mestrado). Univer*id**e Fed*ral da Paraíba- UFPB. João P*sso*-*B. Data da defesa: Ma*ço 2007. TUNDISI, J. *. Água no Século *XI: Enfrent*ndo a E*casse*. - *ão Carlos: *iMa, IIE, 2. Ed., p. 248, *005. *ev. FSA, Ter*sin*, *. 12, n. *, *rt. 8, p. 127-141, jul./ag*. 2015 ww*4.fs*net.com.b*/revis*a

Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.


Ficheiro:Cc-by-nc-nd icon.svg

Atribuição (BY): Os licenciados têm o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, conquanto que deem créditos devidos ao autor ou licenciador, na maneira especificada por estes.
Não Comercial (NC): Os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, desde que sejam para fins não-comerciais
Sem Derivações (ND): Os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar apenas cópias exatas da obra, não podendo criar derivações da mesma.

 


ISSN 1806-6356 (Impresso) e 2317-2983 (Eletrônico)