www4.fsane*.com.br/revista Rev. FSA, Teresin*, v. 15, n. 1, art. 9, *. 158-171, jan./fev. 2018 IS*N *m**esso: 1806-6356 ISS* E*et*ônico: 2317-2983 *ttp://dx.doi.*rg/10.1*819/2018.15.1.9 A Simulação como Ferramenta *e Apoio *e Avaliação Operacional: Anális* d* um Sistem* Pr*ditiv* *ara Armamento **ima D\água Th* Simulation *nd Op*r*tional Ev*luation Supp**t Too*: Analysis *f a P*edict*v* System *or Weapons Above Wat*r V*leria Campos Go*** de Souza M*ccuci Doutora e* Engenhar*a de Produçã* pela pontifícia *ni*ersidade Catól*ca do Rio d* Ja*eiro Pro**ssora d* po*tifícia Uni*e**idade Ca*ólica do Rio de Ja*e*ro E-mail: v*leria.miccu*i@casnav.mar.mil.br *arc*s dos Santos D*uto*ad* em En*enharia d* Pr*d*ção pela U*ive*sidade Federa* Fluminense Mestre em Engenhar*a de Produção pe*a *n*v*rs*dade *ede**l Fluminense E-ma*l: *arco*dossantos_*outorad*_*f*@yahoo.com.br Renato Sant*ago Qu*n*al Doutor**o *m Am*iente e D*senvolvim**to pela U*iversi*ade do Val* do Ta*uari Mest*e em Ciên*ias Co*tábeis pe** Universi*ade do Estado d* Rio *e *aneiro E-mail: rsanti*g*79@hotm*il.com A**xandr* Camacho da Paixão Dou*orado ** Engenharia Civil pela Un*versida*e Federal Fluminense Pro*essor *a *niversid*de Veiga d* Alm*i*a E-m*il: apaixao@ce*iqt.senai.br Ernesto R*demaker M*rti*s *estre *m Engenharia de prod*ção pela un*ve**idade F*deral *o Rio d* J*neir* E-mail: rademaker@c*sna*.mar.mil.br Ender*ço: Valeria Campo* G**es *e S. Miccuc* Marinha do B*asi*, Centro de An*lise de Sis*emas Navais - CASNAV. Praça Bar*o d* La*ário s/n Ilha das Cobras - Ed. 8 do *MRJ 3º *nda* Centro. 20091-000 - Rio de Jan*iro, RJ - Bras*l En*ereço: Mar*os dos Santos R. Tiradentes, 148 - *ngá, Niter** - RJ, 24210-510 Endereço: Renato S*n**ag* Quintal **a Re*ir* d** Artistas, *º 1.536, *p. 204, blo*o 02, Pechinc*a, *io de Ja*eiro-RJ, CEP 22.770-105 Ende*e*o: *lexandre Ca*acho da Paixão E*i**r *i**tífico: Dr. Ton*y Kerley de Alenca* Ro*rigu*s Artigo *ecebido e* 25/09/20*7. Última versão recebida em 15/10/2017. A**ovado em 16/10/20*7.
R. Ibituruna, 108 - Maracan*, R*o de Jane*ro - RJ, 2027*- 0*0 *ndereço: Ernesto Rademaker Ma*tins Mar*n*a do Brasil, CASNAV. Pr*ça Barã* d* Ladário, s/n - Ilha das Cobra* - Ed.2* do AMRJ Cen*ro, *0091000 - Ri* de Janeiro, *J - Brasi*. A*al**do p*l* s**tema Tr*ple *e**ew: D*sk R*v*ew a) p*lo Ed*tor-Chefe; e *) D**ble Bli*d Revi*w (avali**ã* cega por do*s avaliadores da área). Rev*são: Gramatical, Normativa e de Form*tação
A Simulação como Ferr*menta de Apoio de Avaliação Opera*ional *59 RESUMO O objetivo d* presente *esq*isa é e*p*eend*r um engajamento simul**o de *uperfície *om o armament* situado em um navio de médio porte, cont** um alvo de superfí*ie. A pesquisa foi rea*izada * partir do softwar* de predição de tiro de um armam*nto que *uar*ece um navio de médio po*te da Ma*inha do Bra*il. A simula*ão fo* o mei* utili*ado para avaliar o dese*penho do sistema de *re*ição de um arm*mento acima d\água, at*ando em enga*amento simula*o de alvo de sup*rfície, com o objeti** de avaliar a a*urácia na pre*ição e determinar a pr*b*bilid*d* teórica de acerto do t*ro de supe*fície. Os combates *os c*n**ios atuais da gu*rra na*al ocorre* em alta *elocidade e demandam o *ut*m*tis*o e integr*ção das ações de d*te*ção, d* designação *o a*vo e d* engajam*nt* das ameaças. São **pectos q** motivam os des*n*olvimento* de f*nc**nalidades adequ*d*s para os sistemas de comb*te dos meios *e superfície * demonst*am a relevâ*ci* do p*esent* estudo. A part*r dest* software, foi desen*olvi*o u* sim*lador de tir* pelo Ce*tro d* A*álises de Si*t*ma* N*vais, *uando vár*as trajet*rias do *lvo foram *imuladas, a predição te*rica foi de*erminad* e o erro da predição foi **servado. O er*o radial *édio predito possibilitou o cálcul* da probabi*idade **ór*ca de acerto do *lvo e a i***uênci* da veloc*dade, distância e â*gulo *e *anobra *e*sa *rob*bili*a*e. Palavras-chave: Decisão Multic*iterial. Apoio * *ecisão. Sistemas *e Armas. ABST*ACT *he obj**t*ve of the pr*sent rese*rch is to undert*ke * simulated surface engage*ent *ith the *rmament loc*ted on a med**m-sized *hip agai*st a su*face target. The research was ca*ried o** from the sof*ware o* p***i*t*on of *h*oting *f an armamen* ins*al**d in a ship o* medium size of the Brazilian Na*y. T*e s*mulation was the means used t* evaluate th* performance of the pr*d*ct*on s*stem of a we*po* abo*e **ter, acting in s*m*lated surface targe* engagement, in order *o e*a*uate th* acc*racy in th* *re*i*tion and to *e*ermine the theore*ica* ****abilit* of hit surface. Fightin* in the current scenarios of naval warf**e occurs at **g* speeds *nd deman*s t*e au*o**tism a*d *ntegra**on of the ac*ions of detection, tar*et designa**on *n* thr*at engagement. The* are aspec*s tha* motivate th* *evelopment *f adequate f*nctionali*ies *or *h* co*bat systems of t** w*r ship and demo*s**ate the *elev*nce *f the pr*sent **u*y. By means o* *his so**ware, a shooting simu*ator wa* de*eloped b y * he Naval Center *or Systems *nalysis, whe* s*ve*al t*rget tra*ecto*ies were simu**t**, the the*retical predicti*n was d*ter*ined and th* error *f *he **edic*ion was observed. The m*an r*dial error pre*i*ted *llow** the calcul*tion o* *he th**retical *r*ba*i*ity of target accura*y and the influen** o* spee*, di*tan*e a*d angle of ma*eu*er *n this *rob***lity. Key*ords: Multi*rit*ria Decision. Decision Support. Weapon Systems. *ev. FS*, Teresina PI, v. 14, n. 6, art. 9, p. 158-1*1, nov./dez. 2017 www4.fsa*et.com.br/revista V. C. G. S. *iccuci, M. *antos, R. S. Quintal, A. *. Pa**ão, E. R. Ma*t*ns 160 * INTROD*ÇÃO A obt*nç*o, *u *oder*ização d* um n*v*o, rep*esenta um projet* que contempla *tivi**des r**a*ion**as com a *l*taform* e com o sistema de *om*ate. *ss* divi*ão *stá associada à separação que, hi*tor**a*ente, há entre os *i*temas de p**pulsão, de govern*, de geração e *istribuição de **ergia, d* ar-*o*dici*nado e d* co*t*ole de a*arias, tradiciona*mente a**egados ** grup* "plataform*" e *queles a*etos à conf*guração d* si*tema de co*bate do n*vio. E*s* ú*timo, aba*ca uma comp*exid*de maior de funções de comando, *ecessárias * im*lem*nta*ão da próp*ia cap*cida*e de combate do navio (CASTRO SOBRIN*O, *008). Com o adve*to da crescente c*mplex**ade d*s sistemas que i*teg*am os m**os da Marinha do Br*sil, * avalia**o operacion*l de um navi* tornou-se uma t*r*fa cada vez m*is c*s**sa, deman*ando cada vez mais * auxílio da* ferr*me*tas *a pesquisa op*rac**nal (*ARINHA DO BRASI*, 2004 ap*d GUE*ES, 200*, p.**56). Nesse contexto, a simulação foi o meio uti*izado par* avaliar * dese*penho do s*s*ema *e prediçã* de um ar*am*nto a**ma d\*gua, atuando *m eng*ja**nto si*u*ado de alv* de *uperfície, com o propósito de avaliar a acurác** n* predição * d*term*nar a probabilidad* teórica de ac*rto d* t*ro d* *u*erfície. Espera-**, de*se modo, es**b*le*e* o padrão *e co*p*rta*ento *o erro de *rediç*o dos tiros em ataques *ealizados pel* navio ao *lvo, quando es*e estiver *m situaç*o de man**ra. Estudos ante*ior*s nessa sea*a foram formulad*s por Jaiswa* (1997) e **gner, Maylander e Sanders (1999). À luz de Mônico et al. (2009), a **urác*a é m*did* a partir da posição futura do *lvo no *nstante T, em relação à posição real d* alv* no *nst*nte *+TOF (temp* de voo da granada). ** a pro***ilidad* teórica de ac**to * medida pela *robabilida*e de o erro radia* de predição, no i*stante de o *ispa*o ser menor que * limite pa*a ac*rto teórico, *endo esta u*a das mais impor*antes Me*ida* de Eficácia Operaci*nal (MEO) *en**o d*ste con*ex*o. Segundo Dri*ls (2*04), os requisitos pa** o cálculo dos índice* de *ficácia requerem consi*eráve* tempo, co*he*imento, experi*nc*a e uma base de dados confiável. Em *eral, o* seg*i*tes e**mento* s*o n*cessários: 1) **finição do nível de le*al*dade necessário; 2) col*t*nea de descrições fís**a*, g*ométrica* * funci*nais do alvo; 3) c*nh*cimento *os compone*tes c*íticos do alvo; 4) natureza do armamento que será utiliza*o c*ntra *lvo; o 5)*n*endimen*o d* nível de dano nece*sário p**a destruir cada c*m*onent* crítico do al*o; e 6) metodo*ogia c*mputaci*nal apropriada, ca*az d* c*mb*nar o armame*t* utiliza*o, o alvo a ser engajado * o nível de destruição de*ej*do. R*v. F*A, Teresina, *. 14, n. 6, art. 9, *. 158-1*1, nov./dez. 2017 www4.fsa*et.c*m.br/revista A Simul*çã* como Ferr*me*ta de Apoio de Avaliação Op*racio*al 161 Castro Sobrinho (2008) aponta *ue os combates *o* ce*ários atuais da g*er*a naval oc*rr*m em alta veloc*dade * *e**ndam o automatismo e integr*ção das ações de *etecção, de designação do alvo e *e e*gajamen*o das ameaças. Para ilustrar seu a*gument*, o au*or em te** ele*ca o caso *a *ragata *me*ica*a Stark, ati*gida po* u* mí*sil *xocet em 1986, bem *omo o incidente *om o USS Vincennes, em 03 de j*l*o de *988 no G*lfo *érsi*o, que aba*eu o aviã* c*mercial iraniano, vôo IR655, por i*te*m*dio *e um míssil Stan*ard SM-2. São ca*os *u* mo*iva* os d**en*olviment*s de *uncionalidades ad*quadas para os sistemas ** combate d*s meios de supe*fíc** * demonst*am * relevância do pres*nte est*do. O objeti*o da *res*nt* pesqui*a é em*reender um engaja*ento simulado de sup*rfície *om o ar*amento situado em um n*vio de médio porte, contra um a*vo de supe*fície. As condiçõe* de cenário de *eal*zaç*o do *este no sim**ador imitam al*umas condições reais de *orridas pr**iam*nte subm*tidas, poré* se* a influ*ncia de *atores externos, tai* como: erro radar, *alanç*, c**ur*o gi*o e co**ições atmosféri*as. A **esente pesquisa é composta das segui*tes seções: introdu*ão; metodolo*ia empreen*ida e realiza*ã* dos teste*; prob**ilida*e *eóric* de acerto em situação de *a*o*** *o alv*; análise dos result*dos obt*do* pelo simulador; con*ider*ç*es finais; agradecimento*; e r*ferênci*s. 2. **TOD*LOGIA O uso da simulação *ossi*i*ita a economia de recu*sos na *ondu*ão de uma ava*i*çã* *pera*ion*l inerentemente dispendiosa. Nesse co*text*, a metodologi* propo*ta neste traba**o v*abiliza a sele*ão do sistema de *ombate apropriado, o qual te* o seu **sempenho tecnicamente anal*s*do, c*m o aux*lio de modelos matemáti*os que sim*lam a operação em fa** de múltipl*s ameaças e cenários. Dois perfis de ma*obra foram, então, elaborad*s para o teste: uma com nav*o e o o alvo em rumo const*nte; e, o*tra, com navio *m *u** *ons*ant* e alvo ma*obrando. Cinquenta e uma (51) corridas foram simula*as, *evando em consideraçã* os *eguintes critérios: distânc** navio-a*** (*m *ardas); *n*ulo *e manobra do a**o (ângulo 0 *ndica r*mos igu*is); * velocidade do *lvo. O navio esteve com ru*o cons*an*e e com velocidad* de 12 nós *m *odas a* corridas simul*das, cujos perfis se encontram sistem*tiza*os no *uadro * aba*xo. Rev. FSA, Te*esina PI, *. 14, *. 6, art. 9, p. 158-171, nov./de*. 2017 www4.fsanet.com.br/re*ist* *. C. G. S. Miccuci, *. San*os, R. S. *ui*t*l, *. C. Pa*x*o, E. R. Martins 1*2 Quadro 1 - Per**l das c*rri**s simuladas *orridas S*m uladas Distân*ia (jd) Ân*ulo Ma*obra Velocid ade do Al vo (nós) *0** 0 15 20 35 8*00 30 1* 20 35 800* 45 15 *0 *5 8000 60 15 20 35 10000 0 15 20 3* 10*** 30 15 20 35 10000 45 15 *0 35 10000 60 15 20 35 1*0*0 90 15 20 *5 15000 * 15 20 3* 1**00 *0 15 20 35 *5000 45 *5 20 35 15000 6* 15 20 ** *8000 5 1* 20 35 18000 30 15 20 3* 18000 45 *5 20 35 18000 60 1* 20 35 F*n**: Os autores. No cas* das co*r*das navio-alvo c*m mesmo *umo, os res*ltados alcançado* foram comparados a corrida* reais de engajamento, com o p*opósito de iden*ificar * contri*uiç*o média dos fat*res e*t*rnos na p*edição. É importante l*m*rar que *ualq*er *edida está sujei*a aos mais variados *ipos d* erros, qu*r s*ja de natureza grossei*a, sistem*tica *u *leatóri* (randô*ico*). Os erros grosseiros, em *e*al, *odem ser e*imin*dos qu*ndo detectados, uma vez qu* su* ausência nã* p*ejud*ca a aná*is*. Com* consequência dos e*ros sistemáticos * aleatórios, o v*lor verdadeiro d* uma grandeza n*n*a é, a rigor, conhe*ido, muito em*ora * qualidade *e uma **dida, grandeza ou parâmet*o possa ser *elhor **e a de *utra. O erro de p*edição do tiro *e superfície está relacionado ao *rro gerado pelo *rograma de predição no cálculo da posição pre**ta d* *lvo no instante T, em rel*çã* * posi*ão real do alvo no instante T+TOF (tempo de voo da granada). É definido pel*s e*r*s la*erais (Elat) e em *i*tância (Ed*st) e* relação à linha navio-posição fut*ra do alvo, e que resultam no err* radia* (E*a*), conforme p*de *er observado na Fig*ra 1 abaixo. R**. FSA, Tere*i*a, v. 14, n. 6, art. *, p. 158-**1, nov./dez. 2017 www4.fs*n*t.com.br/revista A Simulaç*o co*o Ferramenta de Apoio de Av*liaç*o Opera*ional F*gura 1 - Representação Gráfica do Erro Radial de Predição y Edist Pos-Re*l-T+Tof POS_R_Y Erad El*t Pos-Pr*d-T *OS_P_Y M*r*-*ea*-T+To* Linha Navio-Posição Futura Marc-P*ed-T d* Alvo 163
NA*_Y FC* NA*_X *OS_R_X POS_P_X X Fonte: Os Autores. * aná*i*e d* sist**a d* predição foi *fetu**a atrav*s do cálc*lo *as pro*abilidades teóricas d* a**rto, quando foi co*sid*rado como a*erto um disparo fictício *ue *es*ltasse em um erro radia* predito (E*ad-predito) *enor ou igual ao limite para ace*to te*rico e *ue n*nhum outro er**, além des*e, in*luenciasse o e*ro radial verda*eiro ou real (E*ad-real). *. REFEREN**AL TEÓRIC* 3.1ACERTO EM SITUAÇÃ* DE MA*OB*A *O ALV* De *cordo com Morse e K*mball (1**0), a te*ria da p**babilidade é um *os *amo* da *atem*tic* mai* úteis em p*squ*sa operaciona*, e qu*se todos os res*lt*dos das operaçõ*s de guerr* envolvem ele*e*tos probabilí*ticos. Geralmente, a* opera*ões analisadas *presentam certa reg**aridad*. A med**a de eficác*a ope*aci*nal ut*lizada nes*a pe*qui*a foi a probabilidad* t*óri*a de **erto. *ar* tal, *oi conside*ado * momen** em que * Erad-predit* ultra*assa * l**ite para acerto t***ico c*mo início ** desestabi*ização do sistema, v*sto qu*, na *i*ulação, *e**um fator e*terno inf*uenciará o *rad-real; nesse contexto, o Era*-predi*o se confu**e com o *ra*-real. Rev. FSA, Teresi*a PI, v. *4, n. 6, a*t. 9, p. 158-171, no*./de*. 2017 www4.fsanet.c*m.br/revista
V. C. G. S. M**cuci, M. Santos, R. S. Qui*tal, A. C. Pa*xão, E. R. *artins 16* Para cada corri*a simulada fora*, *ntão, identifi*ados: * d**tân*i* n**io-a*vo; a ***ocidade do alvo; â*gulo de manobra; o tempo d* *nício o da manob*a até o início *a desesta*ilizaç*o ou zero (cas* não se desestabilize ou n*o execute man**ra); o tempo de desestabi*ização ou zero (caso não se *ese**abiliz* ou não execute manob*a); o tempo de término da de*estabilização *té o *im da ma*obra ou tempo to*a* *a manobra (ca*o não se desestabiliz* ou não execute manobra); o tempo total da manobra; o E*a*-predito médio d*rante manobr*; * m*io* Erad-**edito observado; e o Er*d-p*edito médio durante a a des*stab*lização. A pa*tir des*e* valores levantados, as curvas *e t*ndência do Er*d-p*e*ito, do Era*- predito Máxi**, do tem** d* manobra e do t*mpo de desestabilização *o*am c*nstru**as, considerando-se a distância * a ve*ocida*e do a*vo def**i*as no Quadro 1. Com as curvas de tendênci* l*vantadas, *oi cal*u*ada a pro*a*ilidade d* acerto para *ada grau d* manobra e*etuada, considerando-*e di****cia e vel*cidade do alv* cor*es*ondente, para manobra* entre ** e 900. 4. RESULTADOS E DISCUSSÕ*S Quando realizados os te**es simu*ados pa** o* t*pos de corrid* (TIC) em qu* o navi*- a*vo *s*ão em rum* *onstante (ângul* de *anobra i*ual a 0), no simulador desenvol*ido *elo Ce*t*o d* Análises de Sist*m*s Navais (CA*NAV), o comport**ento do *istema d* **edição se mos*r** ext**mam*nte preciso, conf*rm* pode ser vis*o no Quadro 2 ab*ixo. Quadro 2 - Erad-predito s**ulado e* T*C se* ma*obras Distância (jd) Velocida*e do Alvo (nós) Erad-pre x dito (jd) S 80*0 *5 0 ,0 2 0 ,0 3 8*00 20 0 ,0 3 0 ,0 * 8000 35 0 ,0 2 0 ,0 2 *0000 15 0 ,0 1 0 ,* * 10000 20 0 ,0 1 0 ,0 1 *0000 35 0 ,0 5 0 ,0 1 Fo*te: *s aut*res. Quando comparados com res*l*ados em corridas reais, previamente re*lizad*s,
apresentado* n* *uadro 3, os resu*ta*os rea** o*tidos ind*cam que o* fatores ex*ernos r**lme*t* exercem fort* inf*uê*cia na predição do t**o. Rev. FSA, Teresina, *. 14, n. 6, art. 9, p. 158-17*, nov./dez. 2017 w*w4.fsan*t.c*m.br/revista
* Simu*ação como Ferram*nt* de Apoio de Avaliação Operac*onal 16* Quadro 3 - Erad-predito simulado em corridas re*is *m T*C sem manobras Dist- M ed Número Erad-predito (*d)
Amostra A*ostras * * 7500 15.168 2 ,4 1 ,3 9500 18.131 * ,2 3 ,* Fonte: Os autor*s *orri*as *om o navio *m rumo c*nstante e alv* m*nobrando **ram, e*tão, simula*as. Os segui*t*s crit*rio* foram considera*os para obs*rvar o compo*tam*nto do sistema de predição: distância nav*o-al*o (jd); ângulo de manobra do alvo (ângulo 0 indica *umos igua*s); * velocid*d* do alvo. N* Figura 2 abai*o, exemplif**a-se graf*c*ment* o comportame*to do sistema *e prediç*o em situação de manobra do a*vo. Ao simular o aum*nto *a v*locidade do alvo par* execut*r u*a m*no*ra (nesse caso a 300), mais tempo * s*st*ma leva p*ra se estabilizar e, por *ons*gui*t*, maior o Erad-p*ed*to máxim* que o si**ema pode *t*ngir. Figura * - Representação Gráfi** do Sistema d* Predição com A*vo exe*uta*do manobra a 30º, à distânci* d* 10000 *d e c*m velocidade d*fer*nte. Alvo a 100*0 jd, 15 **s e m*n***a 30º *000 *5*0 200* 1500 Alvo Posição *utura *o Alvo 1000 500 0
-9500 -9000 -8500 -8000 Alvo a 100*0 jd, 2* nó* e manobra 30º 30*0 2500 2*00 1500 *lvo *00* Posição Futura Alvo *00 0 -95*0 -9000 -8500 -8000 Alvo a 10000 jd, 35 nós e ma*obra 30º 3500 3000 2500 2000
Alv* Posi**o Futura Alvo 1500 1000 500 0
-950* -9000 -8500 -8000 Fonte: Os autores. Rev. FSA, Teresina PI, v. *4, n. 6, art. 9, p. 158-1*1, nov./d*z. 20*7 www*.*sa*et.c**.br/revis*a
V. C. G. S. Mic*uci, M. Santos, R. S. Quintal, A. C. Paixão, E. R. Martins 166 De modo sem*lhante, na Fig**a 3, ao *imular um aume*to da distância Navio-Alvo, observ*-se que, **anto mais d*stan*e esti**r o al*o ao manobrar, mais t*mpo levará o s*stema para se estabilizar e ma*** será o Erad-p**dito máximo que o sistema p*d*rá ati*gir. Figu*a 3 - *epresentação Gráfica d* Sistema de Predição com Alvo exec*tando mes*a man**ra em distância* diferentes e com mesma velocida*e Alvo a 800* jd, 15 nós e manobra d* 30º 1400 1200 10*0 8** Alvo 600 Posiç*o Futura Alvo 400 200 0 -*500 -70*0 -650* Alvo a *0000 jd, 15 nós e manobra 3*º *000 2500 2000 1500 Alv* 1000 Posição Futura do Alvo 50* 0 -9*00 -9000 -8500 -*000 Alv* a 15000 jd, 15 nós e man*br* *e 30º 3500 *00*
Alvo Posiç*o Futu*a do Alvo 2500 2000 1500 100* 5*0 0
-*4000 -1*50* -13000 Alvo a *8000 jd, 15 nós e man**ra d* 3*º 3500 3000 *500 *000 1500 Alv* 1000 Posição Futura A*vo 5*0 0 -17000 -1650* -16000 -*5*00 -15000 Fonte: Os auto*es. N* Figura 4, foi simulado o compor*amen*o d* sistema *m relação ao *ngulo de manob*a d* alv*. Nessa Figu*a, é *o*síve* observar como o ângulo de man*br* do a*vo ta*b*m pode i*fluenciar o *rad-predi*o máximo * a *emora da es**bilização sis*êmica em relação à m*dança do ân*ulo ** manobra. Rev. FSA, Teresina, *. 14, n. 6, art. *, *. 158-171, no*./d*z. 2*17 www4.*s*net.*om.br/revista
A S*mulação como Ferramenta de Apoio de Av*lia*ão Operacional 167 Fig*** 4 - Re*rese*tação Gráfica d* S*st*ma de Predição com Alvo executando ângulos de *a*obras diferentes, com mesma *istância e v*loci*ade. *lvo a 15000 jd, 15 nós e mano*ra a 5º *500 3*00 2500 2*00 Alv* 1500 Posiç*o Fu**ra do *lvo 100* 5*0 0
-*4*00 -135*0 -130*0 Alv* a 15000 jd, 15 nós e manob** de 30º *5*0 3000
Alvo Po*ição Fut*ra do Alvo 25*0 2000 1500 *000 500 0
-14000 -13500 -13000 *lvo a 15*00 j*, 15 nós e m*nobra * 45* 3500 Alvo *000 Posição Fut*ra Alvo 2500 2000 1500 *000 5*0 0 -1400* -13500 -13000 Alv* a 15000 jd, a 15 nós e manobr* de 60º 3**0 300* Alv* 2500 Posição Fut**a de Alvo 2000 1500 1000 500 0
-140*0 -1350* -1*000 -12500 Fonte: Os autor**. A partir dos v*lores extraídos das corridas simuladas e q*e foram uti**zados para obt*nç** das curvas de ten*ências, pode-se *o*fi*ma* *ue * dist*nci*, a ve*ocidad* do al** e o ângulo *e *an*bra executado *el* alv* influenciam *iretamente no Erad-predi*o médio. Com a* curva* de tendênci* l*vantad*s, foi calculada a p*o*abilidade de acerto *a*a cada g*au de mano*ra efetua*a, con**der*nd*-se d*s**ncia e velocidade *o alvo correspond*nte, para mano*ras ent*e 10 e 900. Re*. *SA, Teresina PI, v. 14, n. 6, art. 9, p. *58-17*, nov./d*z. 2017 *ww4.f*anet.com.br/revista
*. C. *. S. Miccuci, M. Sa**os, R. S. Quint*l, A. *. Paixão, E. R. Mar*ins *6* Com **se nos *alores de probabilidade teóric* de acertos en*ontra*o*, f*i possível iden*ifi**r a *artir de qual grau de manobra efe*uada pelo alvo a p*obabilidade te**ica de *certo começ* a d*minuir, se for o *aso. A *igura 5 *presenta o compo*ta*ento da probab*lida** teó*ica de ac*rto obt i d* em re**ção *o grau de manobr* do alvo, à distâ**ia navio-al*o e à velocidade de manobra do a*vo igu*l a *5 nós. *igura 5 - Pro*abi*idade Teóri*a de Acerto e* situação de manob*a do Alvo. *lvo a 1* n ó* *robabilidade Te*ri** de Ac*rto em Situaçã* *e Manobra Alv* Velocidade Alvo a 15 n*s 1 00 % 8* % 60 % 40 % 20 % 0% * 10 20 30 40 50 *0 70 80 90 Â*gulo de Ma*obra (graus) D*stân*ia *.000 j*s Distâ*cia **.000 *d* Di*tância 15.*00 j*s Distância 1*.000 jds Fonte: Os autores Verifica-se que a *roba*ilidade se mantém praticamen*e, em ***% para as distâ*cias de 8.000 jds e 10.000 jds. Também se percebe uma queda consi*erável na pr*babi*idad* d* ac*rto para as dis*âncias de 1*.000jd* * 18.000*ds, est*bili*ando-se em torno de 40%. A Figu*a 6 ap*esenta o **mportamento da proba*ilid*de teórica *e a*erto obt i da em relaçã* ao grau de man*bra *o alv*, à distância navio-*l*o e à velocidade de man*bra d* alvo igual a *0 nós. Rev. FSA, T**esina, v. 14, n. 6, art. 9, p. 158-171, n**./dez. *017 www4.fs*net.*om.br/rev*sta A Simul*ção como Ferra*e*ta de Ap*io *e Avaliação Op*rac*on*l *69 *igura 6 - Pro*abilidad* Te*ric* de Ace*to *m *ituação de manobra do Alvo. Alvo a 20 n ó* Pr**abi*i*ade Teórica de Ac*rto em Sit*ação de *anobra Alvo Velocidade Alvo a 20 nós 100% 90% 80% *0% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 0 1* 20 30 40 50 60 70 80 9* Ângulo de M*n*bra (*r*us) Distância 8.0** jds *is*ânc*a 10.000 jds Di*tân*ia 15.00* *ds Dist**c*a 18.000 jds Fonte: Os autores. Identifica-se que a proba**lidade man*ém-se *ratica*ente, em 100% par* a distânc*a d* 8.00**ds. Igual*ente, con**ata-se uma queda consideráve* na probabilidade *e acerto para a distâ*cia *e *0.000jds, *om uma queda abrupta em 22º de â**u*o de ma*obra * *ma reta co* decl*vidade negativ* **ns*ante a p*rt*r do me*mo valor de âng*lo. Pa** as distâ*cias de 15.000j*s e 1*.*00j*s, * com*ortamento da probabilidade de ac*rto *oi *im*lar ao d* *i**r* 5, contudo, um pouc* abaixo da assínt*t* ** 4*%. A *igura 7 *presen*a o comportamento d* probabilida*e t*órica de acerto obtida em relaçã* ao grau de manobra do *lvo, à distância *a*io-*lvo e à veloci*ade de manobra do a*vo igual a 35 *ós. Fig*ra 7 - Proba**lidade Teóric* d* Acer*o em *ituação de **n*bra do Alvo. A*vo a 35 n ós P*oba*i*id*de Teóric* *e Acert* em Situa*ão *e Manobra Alv* Velocid*de A*vo a *5 nós 100% *0% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 0 10 *0 30 40 50 60 *0 80 90 Ângulo *e M*nobra (g*aus) Distância *.000 jd* Distâ*ci* 10.*00 jds *istânci* *5.000 jd D*stância 18.0*0 jd Fonte: Os autores Rev. *SA, *eresina *I, v. 14, n. *, art. 9, p. *58-1*1, nov./dez. 2*17 w*w4.fsanet.c*m.br/*evis*a *. C. G. S. *i**uc*, M. San*o*, *. S. Qu*ntal, A. C. Pa**ão, *. R. Martins 170 Observ*-s* que houv* *ma deg*adaçã* *a probabilidade teó*ica de acer*o para toda* as distâncias (8.*00j**, 10.000jds, 15.000jds e 18.000jds) em rel*çã* *s velocidades a*resen*adas nas *iguras 5 e 6. C*ntudo, curiosamente, para * *i*tância de *.000jds e com â*gulos de manob*a supe*iores a 37º, a probabi*idade d* a*ert* passou a aumentar segun*o um* reta *e decliv*dade *osi*iva c*nstante, o que con*raria o espera*o poi*, quanto maior * â*gul* de manobra, ma*or *erá o esforço de *stabi**z**ão do sistema. Em res*mo, foi possível ob*erva* que e* situações de manobras *elo A*vo e não levando em cons*deração os outro* e*ros que com*õem * Erad-R*al, o *istema d* predição *emora a identific*r a desestabilização da *redi*ão e a iniciar os a*ustes para estabili*ação. Quando * A*vo for b*m mai* rápido q*e o Nav*o, em distânci*s menor*s, o siste*a somente se mante*á est*biliz*do se o Alvo execu*ar manobras co* *ngulos menores qu* 36º. Quando alvo for bem *ais r*pid* que o navio, em distâncias maiores, o sistema somente se manterá est*biliza*o se o alv* e*ecutar manobras com âng*lo* menore* que 5º. Q*ando o *l*o for um **uco mais rápi*o que o nav*o, *m distân*ias menores, o s*stema não se desestabi**za*á, m*s apresentará **ad-predito méd*o alto. Q*and* o alvo f*r um pouco mais rápido do q*e o n*vio, e* d*stân*i*s m*iores, o sistema *nicamente se manterá est**il*zado se o a*vo exe*uta* manobras com â*gulos *enores *ue 6*. Quan*o o alvo esti*er * mesma vel*ci*ade do na*io, em dis*ância* men*res, o sistem* não *e des*s*abilizará, mas apresentará Era*-predito médio alto. Po* fim, *uando o alvo es*iver à mesma velocidade do *av*o, em distâncias maior*s, em situação de man*bra, o sistema some*t* se manterá es*ab*lizado se o al*o e*ecutar manob*a* co* âng*l** me*ores qu* 9º. 5 C*NSIDERAÇÕES FINAIS O objetiv* da *resente p*sq*isa foi empreender ** *n**jame*t* simula*o d* super*ície *om o armament* *it*ad* *m u* navio de médi* port*, co*tra um *lvo de superfície. Em *ituações *e manobra do al*o, a partir das corr*das simu*ada*, sem * influência de nenhum fator externo, id*ntificado tais quais variáveis *omo a *i*tância navi*-Alvo, a v*locid*de do *lvo e o ângu** da manobra influenci*m diretamente * Erad-pre*ito médio nessas si*uações. Nesse sentido, perfis *e probab*l*d*de teórica *e ac*rto e* situação de *anobra fo*a* gerados para ângu*os de manobra *ivers*s. A metodologia *mpree*di*a *or *cas**o **sta pesquisa vi*bilizou a antec*pação d* problem*s * *eficiências, as quais som*nte são identificadas d*rante * fa*e de avaliação operacional do navio. Em última análise, os r*s*ltados da *esq*isa *ponta* q*e é *ev. FSA, T*resina, v. 14, n. 6, art. 9, p. 158-1*1, no*./dez. 2**7 www4.fsan*t.com.*r/re*ist* A Simulação co*o Ferramenta de Apo*o *e Avaliação Operacional 17* indispensá*el o empr*g* *e mode*os ma*emáticos para simu*ar a o**ração do* **stemas na ex*cuç*o das suas ta*efas, em especial no *ombate às ameaças previs*as para os cenários *n*e o navio irá operar. O suce*so do planejame*to da* ope*ações n*vais e a diminui*ão do tempo de resposta às a**a*a* d*pendem esse*cial***te da *rticula*ão adeq*ada de*ses f*tore*. R*FER*NCI*S CASTRO SOBRINHO, A. S. Configuração ** Sistemas de Combate no Pr**esso de Obtenção e Modernização de Navios de Superfície. Re*i*ta d* Escola de Guerra Naval (Ed. port*guês), v. 11, p. 36-*4, 200*. DRIEL*, M.R. **aponee*ing: Conv*nti*nal *eapon Syst*m E*fectiveness. A**rican Institut* of Aeronautics and Astronautic*, Inc. Virgi*ia, USA. 2004. GUEDES, M. J. M. O *so da *i***ação na Avaliação O*eracion*l da Defe*a Antiaér*a d* um Navio *e Gue*ra. In: XXXVIII Si*posio Brasileiro de Pes*uisa O*eracio*al, *00*, Goiân*a, GO. A*ais..., 20*6, p. 2156-2167. JAIS*AL, N.K. Milit*r* Operations Resear**: quantitative Decision Making. Kluwe* *cad*mic Publis*er*: *oston/Dordre*ht/Lond**, UK, 1997. MÔNICO, J. F. G. et al. Acu*á**a e Precis*o: Revendo *s Conceito* d* Forma Acurada. Boletim de Ciências Geo*ésicas, v. 15, n. 3, Curitiba, Pa*aná, B*asil, 200*. **RSE, P. *.; KIMBALL, G. E. Methods of Operat*ons Re*earch. First Edition Revised. Penins*la Publishing, Los Alt*s, Califo**ia, USA, 1970. WAGNER, H. D; *YLANDER, W. C.; *AN*ERS, T. J. Naval Operations Analysis. 3 ed. N*v** Institu*e Press, *n**pol*s, Maryland, *SA, 19*9. Como Referenciar este Arti*o, confor*e A**T: M*CCUCI, *. C. G. S; SANTOS, M; QUINTAL, R. S; PAIXÃ*, A. C; MARTINS, *. *. A S*mulação *omo Ferrament* de Apo*o d* Avaliaçã* O*eraciona*: A*á*ise de um Si*tema Preditivo para Ar**men*o Acima D\água. Rev. FSA, Ter*si*a, v.14, n.6, art. *, *. 1*8-17*, *o*./dez. 2*17. C*ntrib*i*ão dos Autores V. C. G. S. Mic*uci M. Santo* R. S. Q*i*tal A. C. Pai*ão E. R. *artins 1) con*epção e pl*nejamento. X * X X * 2) análise e interpretação d*s dados. X * * X X 3) elaboraçã* d* rascunho ou na revisão *rítica d* *onteúdo. X X X X X 4) *articipação na aprovação da versã* final do m*nuscr**o. X X X X X R*v. FSA, Te*esin* P*, *. 14, n. 6, art. 9, p. 158-17*, nov./d*z. 20*7 ww*4.fsanet.com.*r/*e*ista

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