Centro Unv*rsitário Santo Agostinho www*.Unifsanet.*om.br/revista Rev. FSA, T*r*s**a, v. 23, n. 8, art. 7, p. 126-1*1, *go. *026 ISSN Impres*o: 1806-635* ISSN E*etrônico: 2317-2983 http://dx.doi.org/10.12819/*026.23.8.* Logística e Gestão de Projetos e* P*radas Pro*ra*adas n* *ndústria Offs**re Logistic* and Project *anag*m*nt for Sch*duled Shutdo**s in t*e Offshor* Ind*stry C*m*lla San*os de Jesus Graduaçã* em *dministração p*** Universi*ade Federal do R*o de Janei*o camillasj*@gmail.com Camila *vo*ani Zago Doutor* em Engenh*ri* de Produ**o pela U*iv*rsidade Fed*r** de Santa *atarina camila.a*o*ani@facc.u*rj.br Carlos *avarro Fontanill*s Do*tor em Engenh*ria *e P*oduç*o pela Uni*er*i*ade Feder*l do *io de Janeiro n*varro@facc.ufrj.br Laura Marina *alencia Nino Do*t*r*d* em *ngen*ari* *e Produção pela U*i*ersi*ade Federa* do Rio de **n*iro laura.valencia@facc.*frj.br *n*ereço: Cam**l* San*os de Jes*s Editor-Ch**e: Dr. Tonn* Kerley *e Alencar *oppe/*FRJ - Av. Pas*eur, 250 - U*ca - Rio *e Janeiro, **drigues B*asil. Endereço: *ami*a *vosani Zago Artigo r*c*bido em *5/06/202*. *ltima *ersão Coppe/UFRJ - Av. Pa*teur, 2** - Urca - Rio de Janeiro, receb*da em 11/0*/2026. Aprovado em 12/08/202*. Brasi*. E*dereço: Ca*los Navar*o Fo*t*nil*a Avaliado pe*o sistema Triple Revi*w: Desk Rev*ew a) *o*pe/UFR* - Av. Pasteur, 250 - Urca - R*o de Janeir*, pe** Editor-*hefe; e *) Doubl* B*ind R*view Brasil. (avali*ção *ega por dois ava*iadores da área). E*d**eç*: Laura Mar*na Valencia *ino *oppe/UFRJ - Av. *asteur, 250 - *rca - Rio de Janeiro, Revisão: Gr*ma*ic*l, Normativa e de Formatação B*asil. L*gís*ica e Gestão de Projetos em *aradas Pro*ram*das na Ind*stria Offshore 127 RESUMO Ao l*ngo dos an**, a logística se tornou uma área *r**ic* de suces** par* as *r**nizações, *s quai* a perceb*ram como opo*t*nidade *e obtenção de vantagem co*p*t*tiva no merc*do marcado pela *l**a*i**ção e intensa *ompetitividade. O *re*ente *rabalho *em como pr*posta a*resentar a relevância do setor logíst**o no gerenciame*to da cadeia de supriment*s *e um proj*to da indú*t*i* petrolífera realizado nas pl*taforma* o*fshore. Tal relevânc*a se dev* a* grande valor da indústri* pet*olífera no *es*nvolvimen*o econômic* da soci*d*de **asi*e*r*. *o estud* de c*s*, *usc*-se a*r*sent*r as c*ntribuiçõ*s **s técni*as e pr*cedime**o* logístico* adotados a fim de maximiz*r as operações os resultados no ger*nciamento da e cadeia de sup*imentos do setor de exploração e p*oduçã* no segmento de óleo e g*s, assim co*o as *rinci*a*s abo*dagens utilizadas no g**enc*amento de p*ojetos. Para t*nto, trata-se de um estudo bibliográfic*, *ualitativo e os in*trumentos de coleta *e dado* se deu por meio de p*squisa participante. Dessa fo*ma, os pr*nci*ais resultados são a im*ortânc*a da logíst*ca como pil*r est*atég*co e ob*ervância das fases e et*pas do projeto para *fi*ácia dele. Pal*vras-chave: Logístic*. Gerenciame*to da Cadeia de *uprimentos. Ge*tão de Projetos. Set** de Óleo e Gás. A*STRACT Over t*e years, logistics has *e*ome a c*i*ical success area for *rganizat*ons, which increas*ngl* p**ceive as an oppo*tunit* to gain co*petiti*e advantage in a it glob*li*e* and *ighly com*etitive market. T*is *tudy *ims to demon*tr*te th* relevan*e o* the logistics s**tor to su**ly chain manag*m*nt in an oil *ndu*tr* *roject carried o*t *n offshore platforms. Suc* relevance s*ems from the o*l indust*y's substan*ia* con*ribut*on to the econ*mic de*elopment of Brazil*an so*ie*y. Th*ough a case s*udy, thi* rese*r*h presents t*e *on*r*buti*ns of the l*gistical *echniq*es and pro*edures adopted to opti*ize operat*ons and m*ximize supply chain ma**gement resu*ts in the *xploration and production segment *f the oil an* gas se**or, *s well as the ma*n proje** *anage*ent appr*aches used. To this *nd, a b*b*iograp*i*, qu*lit*tive *t*dy was conducted, with data colle*ted through pa**icipant observa*ion. The main *esu*ts poi** t* the import*nce of log*stics as a strat*gi* pillar and to the need for c*ose *bserva*ce of the pro*ect's phase* *nd stag*s to ensu*e its e*fectiveness. Keywords: Logisti*s. Supp** chain Manag*ment. P*o***t *a*agem*n*. Oil an* Gas Sector. R*v. FS*, Te**sina PI, v. 23, *. 8, art. 7, p. 126-141, ago. 2026 www4.Uni*sa*et.*om.br/revista C. S. Jesus, C. A. Zago, *. N. Fontanill*, L. M. V. Nino 128 1 INTRODU*Ã* Le*and* em conside*aç*o a i*d**tria petrolíf*r*, o artigo Desafios do *ré-Sal (2018) destaca a *mp*r*ância d* pro*agonismo **nd*a* exercido p*l* Brasil na explora*ão e *****ção de p*tróleo e gás natural no* campos offshore. A atividade da explor**ão e produç** d* petról*o é compl*xa, *nvo*v* *ltos c*s*os e dem**da investi*ento em pesquisa e des*nvolvimen**, ma* t*mbé* "é fundamental par* contribu*r no d*senvolvime**o econômico, *or meio do fi*anciament* de p*oj*t*s c*entíficos tecn**ó*icos, e da cadei* p**dutiva *a ind*str*a de pet*óleo * *á* natural, e n* *ficiê**ia energética" (DESAF*OS DO PR*-SA*, 2018, p. 1). Ne*se cenário, a log*stica cons*lida-se como *o*te *e va*tagem co*peti*iva sustentá**l **ra as or*anizações que atu*m ness* set*r (PORTER, 19*9). Devi*o * su* *elev*ncia, o petróleo é um re*urs* altamente est*a*égi*o par* *s países. Se*undo d**os da **nst Youn* (2*18), *o *etor de óleo e gás, em t*rritório nacion**, f*ram g*ra*os R$ *,4 t*ilhão de rea*s e*tr* os ano* de 2*** e 2017 so* a forma de a*rec*dação de tributos, especialmente em royalties. *s pos*ibilidades de atuação na ind*stria petrolífera sã* inúmeras, e as organiz*ções atu*ntes neste setor n*ce**itam de *m* visão *straté*ica e coo*de*a*a *e sua* ativida*es. V*r*as (20*6) ressalta que a p*oposta da gest*o de p**jeto* * p*rmi**r que a o*g*nizaçã* consolide um pro*es*o es*ru*urad* e l*gico que seja capaz de suportar o* fen**e*os advindos da i*o*ação, comp**xidade e dinamis*o dos ambien*es. Diante da rel**ância e*tr*t*gica *o petró*eo * d* gás nat*ral para a socieda*e brasi**ira, a un**ade d* pesquisa d*s*e estudo *e caso está *elaciona*a à *nálise do *erencia*ento *e *r*jetos de *anutenção *m uni*ades offshore no setor de expl*ração e prod*çã*, den*min*dos Parad*s Prog*amad*s, tendo o fator logístico como impr*s*indível e det*rminante no Gere*ciame**o da C*deia de Suprime*tos *upply - **ain Management (SC*), ent*ndido c**o o conjunto *e processo* que integra fo*n*cedores, pro*uçã* e **ientes d* forma coordenada (*ALLOU, 2006). *onsi*er*ndo * singularida*e do **oje*o Parada Progra*ada no â*bito *o plan*j**ento e controle, vale-se do questionamento: q*al a contr*buição d*s téc*icas e pro*e*ime*tos logís*icos ad*ta*os a f** de o*imizar as op*raçõ*s e **ximiz*r *esultado* na *estão da cadeia de suprimentos em projetos de **t*rvenções *m *lata*orma offshore? Para *esponder a es*e que*t*ona**n*o, foi definido c**o o*jetivo do **e*en*e *studo: In*est*g*r a a*lica*ão das té*nicas * procedimentos logís*icos na gestão *a cadeia *e suprimento* no projet* de Parad* Progra**da em plataform*s of*shore, por u*a empresa de óleo * gás, denomin*da fic**ciamente de Alfa. A empresa Alfa atua em diversas áreas d* *ndús*ria *ev. F*A, Teresina, v. 23, n. 8, art. 7, p. 126-14*, ago. 20*6 www4.Unifsanet.com.br/revista Logí*tic* e G*stã* de P*ojetos e* Paradas Program**as na ***ústria *ffshore 129 p**ro*ífera, como: e*ploração e p*odução (notadam*nte em águas pro*undas), refi*o, com*rcialização, t*ansporte, *etr*química, dis*ribuição d* derivados, gás n*tural, en*rgi* elétrica, gás-químic* e bioco*bu**ív*is. De ac*rd* com dados da S*per*ntendência de Dese**olvimento e Produçã* (SD*) da Agência Nacional de P*tróle*, Gás e Bio*om*ustíveis (ANP) (2*20), *s empresas de óleo e gás moviment*ram ju*tas *e*ca de * *ilhõe* d* ba*ris de óleo e**ivalente (BOE) por dia, e *pr*ximadamente 78% deste *o*al se refere à produçã* *s*e*ífica de p**róleo *m campos nacio*ai*. No Brasi* existem tr*s amb*entes de exploração e produção de petróleo: onshore, off*ho*e con*encio*a* (pós sal) e *ré-*al. A modalidade on*hore re**iza a exploração * a *roduç*o terrestre, e*quanto as m*dalid*des offs*ore convencional * pré-*a* ut*lizam plata*o*mas de pe*róleo voltadas para p*odução em águas profund*s, u*ual*en*e do tipo Fl*ating Pro*ucti*n Storage and Offload*ng (F*SO), em português, Uni*ad* flutuant* de *rodução, armazenamento e t*ansfe*ência, localizadas em alto mar. Segu*do dados da Agê*c*a N*cional de Petról*o (2*18), a produ*ão *as modalidade* offs**r* * pré-sal correspondem 44% e 48%, *espectivament*, enquanto para onshore é destin*do *% a da prod*ção. Devido à alta relevância na a*ividad* exp*oratór** pet*olífera *a* modali*ad*s of*shore, loca*izada e* a*to *ar, e *ré-sal, estes segm*ntos apresenta* diversas oportunidades. 2. *E*ERE*CIAL TE*RIC* Segu*do o guia *MBOK (201*), u* projeto é um esforço temporário *mp*e*ndi*o para criar um p*oduto, serviç* ou *e*ul*ado *xcl**iv*. As parada* pro*ramadas para manut*nção de plantas industr**is podem s*r classificad*s co** *rojetos, *ma *ez que consistem em *ventos *ndesejado* que *con*ec*m quand* as pl*ntas necessariam*nte têm de estar para*as. Isto *e dá pe*o fato de acontecerem *uando a planta deixa de produ*ir, quando *s atividades de pr*dução cessam * as e*uip*s da *peração da **anta dão lugar *s equipes de manutenção. *s diversos **pos *e manute*ção podem s*r c*nsider*dos com* políticas ou estrat*gias de manuten*ão, des*e **e a *ua a*lica**o seja o resultad* de u** definição gerencial ou política glo*al da instalação, ba*eada em dado* técnicos- e*onômicos, ou s*j*, a modalid*de de **nuten*ã* a ser a*otada nas indústrias se*á *e****da de *cordo com a necessi*ade do p*oc*sso produtivo exis*ente *u * ser implantado de modo a p*rm*tir que o* eq**pam*ntos sejam economicame*te Re*. F*A, Teresina PI, v. 23, n. 8, ar*. 7, p. 126-*41, ag*. 2026 www4.Un*f*an**.com.b*/rev*sta C. S. Jesus, C. A. Zago, C. N. Fontanilla, L. M. V. N*no 13* competitivo* e maxi*izem a produçã* * ba*xo custo (KARDE*; NASCIF, 2013 apu* DE ASSIS et al., 2016, p.124). Celu*ose O**ine (2017) define as paradas pr*g*ama*as par* manutenção de equipame*tos como s*ndo fundamentais p**a qualquer *mpresa, seja pequena, média ou grande. O *ntuito é fazer com que a pro*ução não caia de rendime*to, mantendo a performa*ce da u*idade em oper*ç*o. ***a a e*pre*a Alfa, o p*ano de gerenciamento de projeto é composto pelos *la*os de gerenciamento de: *nt*gração - estabelece os proces**s e as at****a*es nec*s*ári*s para identi**car, defin*r, combi*ar, unif*ca* e coordenar os *iversos processos e ati*idade* de *erenciamento de *rojetos *e*tro do* grupos de proce*sos de gerenciamento de projetos; Esc*po - do*umen*a como * Esc*po do Projet* e a Lista *ri*cipal da Parada - LPP, s*o definidos, verificados * con**olados; Cron*gra*a - est*be*e*e *s pr*c*ssos necessá*ios para que o **ojeto *eja **alizado no p*azo aprov*do; Custos - estab*lece os *roces*os necessários para planej*m**to, estima*iva, or*amentaç*o e co*t*ole de gastos, de modo que seja *os***el terminar o projet* dentro do orçamento *p*ovado; Qu*lidade - *stabe*e** os *rocesso* que det*rminam as res*onsa***idades, *s objetivos e as pol*ticas de *ualidade, de mod* que o p*o**to atenda às nece*sidad*s *ue motivaram su* realiz*ção; Recur*os Humanos - estabe*ece os processos que organi*am e gerenciam a equipe do pr*jeto; Comunicaç*es - esta*elece o* pro*essos necessá*ios p*r* garanti* a geração, coleta, dist*i*uição, a*maze*am*nto, recuperação * destinação final d*s info*mações s*br* o projeto de forma opor*una e ade*uada; *i*cos - esta*elece *s pr*cessos que tratam da re*l*za*ão de iden*ific*ção, an*lise, respostas, monitora*en*o e controle * p*anej*mento d*s r*sco* em um projeto; Parte* interessadas - ide*tifica partes *nteressadas do p*ojeto, analisa* s*as expectativa* e seu impact*, e de*envolvem e *mpla**am estratégias de gerenc*amento par* envol**-las e*etivamente; e A*uisições - esta*elece os processos para comprar o* adquirir os pro*utos, serviços ou resultados necessários de f**a da **uipe do projeto para re*li**r o tr*balho. Rev. FSA, Teresina, v. 23, n. 8, art. 7, p. 126-141, ago. 2026 www4.Unifsanet.co*.br/*e*ist* Logística e Ge*t*o de Proje*os e* Paradas Programadas na Indústri* Offshore 131 O plano de gerenc*ament* d* e*copo prevê * de*envolvimento da EA* (Estrutura A**lítica d* P*ojeto), do in*lês W**k Breakdown Structu*e (*BS), a qual estabelece as di*etr*zes básicas requisitos mí*imos * para o p*anejam*nto e controle dos projetos Parada Programada e Campanhas de UMC (Unid*de de Manutenção e C*ntrole) *as *nstal*ç**s d* pro*ução e sondas próprias operadas p*la co*panhia que *omp*e a* u*idades de operação. A EAP é com*ost* p*r d*vers** en*regáveis a de*ende* *e cada f*se do pro*et* e acom*anhada no Fórum Especi*l ** Projeto de Parad*s Pr*gramadas (F*PP). Todos os entregáveis e *s p*an*s que compõem o gerenci*mento do p*ojeto, deve* respeitar os prazos pré-estabe*ecid*s no ma*ro c*onograma. Apó* * nomeaçã* dos *embros do FEPP, * projeto passa a *er início ofi*ial com * reunião ** abertura *o projeto, sendo feit* a apr*se*t*ção d*s p*incipais entregá*eis por **cote *ara cad* *ase em que as ent*eg*s de*er*o ser *isp*nib*lizadas. N* dec*rrer do projet*, qua*quer alteraçã*, in*lusão, mudança d* escopo ou *ualquer ação *u* afete a entreg* do pacote deve ser a*aliad* e deliberada pe*o líder do projeto de**nido em *euni** do FEPP. Ass*m, a de*omp*sição *a EAP permi*e o a*omp*nhamento das entreg*s *ura*te o **clo d* vi*a do *rojeto. A fa*e do *lanej**ento e *ontrole de P*radas *rogr*m**as com ênfase na á*** de Ex*loração e **odução obj*tiva estabelecer a* diret*iz*s *ásicas * r**uisitos m*nimos par* o planejam*nto e controle operacional. P*ra alc*nçar o obj**ivo de*cr*to, as grandes manut*nçõe* são p*anejadas par* ga*antir o desempenh* eficaz da unidade ** operação como tamb*m manter *s padr*es exigid*s pela companhi* e previstos pel* *rojeto. Dessa f*rma, o *r**eto *p*e**nta *ois ***os de grandes man*tenções: (i) as Paradas Pro**amadas com perd* de produção, o*de é neces*ário pa*ar a planta p*ra executar os registros *revistos; e (ii) ** Grandes Manutenções, c*m auxílio ou não da UMC, sem *erd* *e produ*ão. Devido à complexi*ade do projeto e diverso* fatores envolv*dos *o plane*amento, a estrat*g** da manutenç*o prevê períodos máxi*os de duração a depender do evento supracitado pa*a *arantir a conti*uidade opera**o*al, *eja p**a atendimento de norm*s r*guladoras, cumprimento da *egis*ação e/ou man*tenção *a *ntegridade da unidade. Em gera*, o p*ojeto de Para*a P*o*ramada te* duração de qu**ze dia* *a*a uma campanh* de produção, e de vinte e qu*t*o di*s a tri**a e seis meses em instalações ma*íti*as par* gran*es man**e*ções. Dentre as áreas que compõem o gere*c*amento do *rojet* d* Parada P*o*ramada, de*taca-se o Pla*o de Geren*iamento d* Aquisições, que tem po* obj****o mapear * processo de c*mpr*s d* materiais e equipame*tos e d* *ontratação de serviços para * projeto de Parada Rev. FSA, **resina *I, v. 23, n. 8, **t. *, p. *26-141, ago. 202* www4.Uni*sanet.*o*.br/*e*ista C. S. J**us, C. A. Zago, C. N. Fon*an*lla, L. M. V. N*no 132 Programada de Produçã* e Ca*panha *e *MC. * controle de todo* o* materiais * serem utiliz**os dura*te o proj*** Parada Progr*m**a es**o co*templados neste *oc*mento, tanto *s materiais de *ornecimento da companhia **anto os *a*eri*is *a contratada a qual pode exec*tar o serviço parcialmente. A Cen*r*l de Compr*s e Serviço* (CCS), responsáv*l por realiz** as aquisições d*s materiais pres*nt*s na p*anilha do projeto para acompa*h*mento de compra de materiais (Tabela 1), a*sim co*o realizar aná*i** da criticidad* pa*a aqui**ç*es dos mat*riais a d*pender das *specif**açõ*s *écnicas dos e*uip*me*tos a serem adquiri**s. Ressalta-se que a *rioridade máxim* é A e a mínima é *. Tabela * - MB* (Monitorame*to de *ens e Serviços) Fo*te: *daptado da empresa Alfa (2020) * planej*mento de compras, aquisições e contratações, e*ta*el*cido pela equipe do FEPP em conjunto com coo*denador do * projet*, *efine as diretrizes de aqu*si*ão. Para nortea* a *quis*çã* dos mater*ais for*m estabeleci*o* prazos de **endi*ento para a*uisição do* b*ns e se*viç*s com a seguinte c*assificaç*o: A - Prazo sup*rio* a 16 meses; B - Prazo entre 12 e 16 meses; C - Praz* ent*e 4 e 12 meses; Rev. FSA, Teresina, v. 23, n. 8, art. 7, p. 126-*41, ago. 202* w*w4.Unifs*n*t.com.br/r*vista Logíst*ca e Gestão ** Projeto* e* Para*as Programad*s na Indústri* Offshor* 133 D - Inferior a 4 meses. O pro*esso de aquisição *os m*te*iais é composto por d*versas *ta*as, *es*e a identificação do número d* m*te*ial no si*tema SAP - Enterprise Re*our*e Pl*n*ing (ERP), em por*ug*ês, Plane*amento ** Recurso* E*presariais, *té a criação da requis**ão de compra *ue é destinada *ara or*ame*to e cotação no mercado. O pr*z* para a*uis*ção dos materi*is v*ria de acordo *om tip* *os e*u***ment*s, em *e*al, fo*necimento de mate*iais c*m alta especificidade possuem o processo mo*oso d*vi*o ao número rest*ito de f*rneced*res *is*oníveis no mercado. A *artir *a Fase Básico de Projeto, o controle de to*a a gestão de materiais é conduz*do pe** setor de suprimentos. Após a def*nição dos registros que consistem em serviços sere* executados e c*dastr*dos *a LPP (**st* Pri**ipal a de *arada), o us*ário requisitante deve enviar um formulário ao setor de s*primentos pa** aqui*ição dos mater*ais e equipamentos necessários p*ra rea**zação dos r*gist*os apr**ados. * LPP, conforme a Tabe*a 2, apresenta * escopo motivador do projeto a***vés da inclu**o de registros de acordo co* d*feren*es final*da*es, como por exemplo: Real*zar o Plano de Inspeção de Equipam*ntos (NR13); *eali**r Manutenção/Su*stituição de Tubulações; Realiz*r Manutenç*o/Substituição de V*lvulas manuais; *xe**tar Serviços d* Automação. Além disso, *s regi*tros *ão dis*inguidos pela priorida*e *o serviço após parame*rização da criticidade dos me*mo*, que podem se*: (i) A - Não P*stergável (carro che*e); (i*) * - Não Poste*gá*el; (iii) C - Pos*ergáv*l e (iv) D - Postergável (melhor*a*). Re*. FSA, Te*es*na PI, v. 23, n. 8, a*t. 7, p. 126-141, ago. 202* *ww4.*n*fsanet.com.*r/re*ista C. S. Jesu*, C. A. Zago, C. N. Fontanilla, *. M. V. N*no 134 Tabela * - LPP (Li*t* Principal do Projeto) *ont*: Adaptado da empresa Alfa (2020) *odo o *ro*esso de m*bilização e *esmobilizaçã* de *ate*iais é cont*mp*a*o no P*ano Logístico na Fase Detalh*do. *. MET*DOLO*I* Para re*lização des*e estudo, d* naturez* b*bliográfi**, descritiva e q*alitativa, utilizo*-se, para aná*ise * *oleta dos dados, um estudo *inucios* *os docume*t*s i*ternos *a *mpr*sa, juntamente c*m a análise de obras de autores especia*ist*s no tema da pesquisa. Fo*** uti*izad*s, além dos docum*n*os *nternos da empresa - denominados como "padrão", a *b*ervação participante por p*rte de um dos *utor*s de*te trabalho. Ademais, os da*os for*m col*tados in *oco na *mpresa por *eio ** cont*to com c*l*bo*a*ores, a*sim c*mo as *nformações obtidas at**vés do* d*cumentos for*ais do pr*jeto, planil*as e indica*ores presentes nos relató*ios da e*pre*a. Cabe re*salta* qu* não foram *nalisados dado* confidenciais ou est*atég*cos da e*presa. Os dados f*ram analisados de forma c*onológ**a vis*ndo *companhar todas ** fases do projeto para obter inf*rmaçõ*s * conteúdos pertinentes **m a proposta d* estudo de caso. Além disso, adotou-se a técnic* da redução **ra análise des*ri**va e qualitativa *os dados com o i*t*it* de **mp*ific*r os *esm*s e orga*izá-l** em inform*ç*es. *ev. FSA, Teresin*, v. 2*, n. 8, a*t. 7, p. 126-141, ag*. 2026 www4.Unifsanet.com.b*/revista Log*stica * Gestão de Pr*j*tos em P*radas Programada* n* Indústria Offshore *3* 4. RESUL*ADOS E DIS*USSÃO Apó* a def**içã* do *lan*j**ento pelos usuári*s dos serviços a se*em implement*dos no p*ojeto da Pa**da Programada, é necessári* a mov*ment*ção do* mate*iais e cargas com de*t*no a platafor** offshore. U* do* entregáveis *o pr*j*to é * *lano L*gístico, documento formalizado *ue se aplica a*s inte*r*n*es do FEPP. O Plan* Log**ti*o reúne todas as informações nec*ssárias para a mo*imentação dos m**eriai*, assim como a* fu*ções e respons*veis *o proje*o. O Plano Logísti*o t*m como objetiv* desc**ver *omo será *onduzido * proc**so l*gístico do proj*to de Parada Pr**ramada de P*odução e Campanha de UMC das un*dades *pe*acio*ais, orient*ndo * estabelece*do os proced*mentos necessári*s para o e*barqu* e d**embarque de pess*as * *arga* entre os modai* *éreos, maríti*os e terrestres, bem co*o a uni*ização d*s cargas a fi* de garant*r a integr*dade e invio*abil*da*e das *ercado*ias, **nsi*e*an*o os requi*ito* de segurança *as operações de movimentação, armazenag*m e tr*nsporte, de modo a garantir agi*ida**, *raticidade e *onformidade na execução das atividades da UMC. Para dar supo*te à elabora*ão do *lano *o*ís*ico, alguns doc*mentos são *eleva**es, com*: Crono*rama *lurianual de UMC & Paradas P*ogra*adas, Pla** de Infraestrutura e R*tina *e Mobiliza*ão * Desmobilização de Ma*eriais, confo*me d*scri*os a seguir: Requis*ç*o de Transporte (RT) - É um *ocum*nto gerado n* SAP, onde o cli**te solicita os serviços de **ans*orte de car*as, p*ssoas ou *perações e*pecíficas; Cro*o*rama de *te*dimento das Un*dad*s M*r*ti*as - No SAP on*e consta t*do* os d*as de a*en*i*ento (saída de embarcações) para as Uni*ad** Mar*t*mas, que são atend*das de aco*do com a *abela de horários cadastrada no SAP; Program*ção - Etapa onde o pro*ramador cria um at*ndimento c*m *s RT* q*e serão transpo**ada* po* uma *eterminada e*bar*ação, e q** seguir* *m *oteiro específico, de acordo com o cronograma de aten**mento das u*idad*s marít*mas; Prioridad* - Classifi*aç*o de **a RT de ac*rdo com a **cessidade de atendimento da *arga. A prioridade *ode ser Normal ou Eme*gên*i*. A Nível d* Serviço I se refere à modalida** d* atend*ment* *om priori*ade n*rmal, enquanto a ***el *e Servi*o I* à moda*idade de atend*ment* *e cargas *om prioridade *e em**gên*i*s. A m*bilização e desmobilização de eq*ipe*, ma*er*ais e eq**p**e*tos definida de é *cordo com o histo*r*** e * c*onogra*a de voo* para cada unidade d* forma a atend*r o *odízio de pessoas estabelecido *elo acordo coletivo *e trabalho com s*b*ti*uição a cada 1* Rev. FSA, Teresina P*, v. 23, n. 8, art. 7, p. *26-141, *go. 2026 ww**.Unifsanet.com.*r/*evis*a C. S. *esus, C. A. Zag*, *. N. *ontanilla, L. *. V. Nino 136 d*as d* p*ss*al alocad* *ara ati*idade. O c*or*enador de cad* unidade * res*ons*vel pelo *ontrole do POB (People on B*arding) ass*m como na cria*ão *a RT de e*barque e desem*arque *edian*e c*nf*rmaçã* das vaga* *isponív*is e monitor*mento da logística de pe*so*l. A gestã* da mob*lizaç*o e d*smobiliz*ção *e materiai* e eq*ipam*n*os a *e**m e*barc*d** é re*ponsabil**ad* da CILO (Célula de Int*g*ação Log**tica), q*e defi** as regras e procedim*ntos para o *nvio de mat*riais a bordo de *cor** com o planejamento e cronograma das *ar**as a serem execu*adas d*rante o p*ojeto da Par*da Programada. A CILO visa **n*urar e apo*tar os riscos *e aquisição de *ateri*is do projeto de Para*a de Pro*r*mad*, de forma a apresentar su*síd*os pa*a tomada *e dec*são *o nív*l tático, elabora* o reporte de in*orma*ão ao nível da *i*eto*ia que possui *ór*ns específicos *ara ac**p**hamento dos projet*s de Paradas Progr*mada* das i*stalações de produção * dar s*porte na solução de pro*lemas que envolv*m *uaisquer i*ens *rític*s pa*a sucess* o da Parad* Programada e que e*tejam dentro da área de a*uaçã* do ativo. A CILO vi*a garantir o embarqu* dos materia*s *e aplic*ção p*ra reali*ação d*s tarefas. O pr*jeto da *ILO foi d*senhado para apoi*r o ci*lo log*stico desde o dil*genciamento d* *ateriais de aplic*ção até a disponibiliz*ção d*s me*mos na plataforma para utilização, conforme ilustra a Figura 1. Fig*ra 1 - Fun*ões da CI*O *onte: Adaptado da empres* Al*a (2020) O *ontrol* da mov*m*ntação **s materiais é *ealizado *t*avés das *erramentas de *estão e softwares para * *CM *co*panhando toda* *s etapas prece*entes a* emb*rque, ta*s como: aquisição de mater*ais, *ilig*n*iame*t* e u*itização. A util*zação do SCM busca maior c**tr*le e reduç*o de cu*tos * perdas, além de *anho d* tempo n* oti*izaç*o dos proces*os, * fim de dis*on*bilizar *s materi*is no t*mpo * local certo* nas *lata*o*mas. Rev. FSA, Teresina, v. 23, n. 8, art. 7, *. 126-141, ago. 2026 www4.U*ifs*net.com.br/revi*ta Logística e Gestão de Pr*je*os em Paradas Program*das na Indústria Of*shore 137 Para o ac*m*anhamento da* fa*es que compõe* as *tividades lo*í*ti*as, s*o **al*zadas r*uniõ*s periódicas com objetivo da a*re*entação d*s K*Is de monitorament* * *o**role *o *rojeto. *ar* o acom*anha*ento do avanç* *as *as** e e*tregáveis do *roje*o, p*riodi*amente são realizad*s fóruns e *euniões com ob*etivo da divulgaç*o dos res*lta*os q*e envolvem o todo o gerenciamento do pr*jeto para as partes interessada*. A CIL* é *esponsável *or moni*orar e *erir *s atividad** de Parada Programada *MC nas platafo*mas offs*ore e visando ating*r níveis desejados de qualid*de na apr*s*n*ação do flu*o do* mate*iais e infor*ações, de m*d* a alcançar a meta d* atendimento *e 95% do* registros cada*trado* na *P*. Qu*ndo ** F**e Básico Projet* de Parada Progr*madas, c*nvencio*o*-*e o acompanhamento do qua*titativo de materiais e * perce*tu*l de atendimento realizado pela CCS, setor responsável pe*a *quisição *os m*ter*ais. A e*o*uç*o do pro*esso de aquisição dos ma*eri*is é a**mpanhada d* acor*o co* o st*tus em que os ma*eriais se encontra*, a*sim como a informação de eve*tuais risco* que afet*m * *tendi*ento *os mesmos, conforme *xemp**ficado n* **gura 2, a segu*r. Fi*ura 2 - Anális* de materiais utili*ados nos registros Fonte: *daptado da empresa *l*a (2020) Rev. FSA, Teresina PI, *. 23, n. 8, art. 7, p. 126-1*1, ago. *026 *ww4.Uni*sanet.com.br/rev*sta C. S. Jesus, C. A. Zago, C. N. Font**i*l*, L. *. V. Nino 138 Pa*a a vi*** macr* do proje*o, adoto*-se a cu*va "S", a *ual d*m*nst*a os *iscos em relação aos materiais e a s** previsão de chegada. Na Fi**ra 3, a curva preta representa a linha base com a porcentagem *o *rev*sto acumulado; a curva verde re*resenta a po*cent*gem do* ma**riais a*endidos, *u se*a, ma*eriais que *or*m recebidos e s* *ncontram no est*que da empresa, e a curva pontilha*a mostra a *rojeção do previsto ex*cutá*e*. **gura 3 - Curva do proj*to Fonte: *daptado *a empresa *lf* (2020) Ass*m, é po*sível que os ges*ores do projeto tomem aç*es pro*tivas n*ce*sá*ias pa*a mit*gar ri*cos e eventuais p*rdas de pro*u*ividade, além de se t** a visão macro e holística do projeto. J* *uan*o o projeto *st* *a Fase Detalh*do, é int**essante o acompanhamento * n**el de regi*tro, uma ve* que o objet*v* do projeto realizar é os registros pre*entes na LPP e alcançar a m*ta es*abeleci**. *esta *orma, é possível apresentar o* indic*dores de atendimento por registro e * desdobramento deles *m serviç** embarcados; serviço* pendentes *e m*vimentação ou serviços impactados. Al*m **sso, este *compan*a**nto *ermite o mo*itor*mento dos registros a depend*r da sua c*it**id*de de e*ecução, sendo possível, porta*to, a tomada ** de*isão da g*rência na nece*sidad* de *ma revisi*a *a estraté*i* d* execução a*otada para o Projeto Pa**da P*ogramada. Desta forma, os *nd*cadores pe**i*em a**m*anha* em t*mpo re*l * andamento do projeto p*opiciando *aio* a*sertivid*de na *omada de dec*sões. Rev. F*A, Teresina, v. *3, n. *, art. 7, p. 126-141, ago. 2026 www4.U*ifsanet.**m.br/revista Lo*í*tica e Gestão de Projet*s em Para**s Programadas n* Indústria Offshore 139 4.1. Síntese *os Result*dos O p**sente es*udo inv*stig*u ** técnicas e proce*imen*os l*gís*icos na gest*o *a *adeia de supriment*s no pr**e*o de Parada Programada em plataformas offshore, e de*onstrou ta*to a *elevância da at*v*dad* *og*s*ica na *ndústria petrolífera, alt*mente estratégica para o país, q*anto a *ecessida*e ** u*il*z*ç*o de recursos tecnológi**s qu* podem *er explo*ados pelas *rganiz*ções q*e desejam pote*cializar a gestão de proc*ssos e pr*jetos. *odo projeto, por su* vez, possui um *esult*d* único * é co***sto por divers*s variáveis *ue podem af*tar o alcance do obje*ivo prop*sto. Poré*, um gerenciamento *o projeto eficiente per*ite * mitigação de *isco* e maior co*tr*le *as *tapas necessárias no ciclo *e vida d*le, com dest*que para *s fases de pl*nejamento e *ontrole. O desafio logí*tico consiste e* disp*nibilizar *s bens e servi*os no t*mpo e *ocal corre**s. Entr*tanto, quan*o se trat* de **ividad*s que env*lvem alta *omplexidade de **eracionalização, es** desafio demanda maior assertiv*dade *as estr*tégias e *écnica* qu* *evem s*r adotadas pa*a *ax*mi**r os resultados esper*do* do proje*o. Finalm*nte, para t*do projet* de Parada Programada da empresa Alfa, a met* de suces** estabelecida é de *5% d* atendimen*o dos reg*stros p*evis*os na LPP. Entret*nto, **ta me*a nã* fo* alca**ada durante a observa**o do estudo de caso, devi*o às diver*as in**rcor*ências **e po*em afetá-la e, portanto, a ati**dade logística é *ist* com* um f*tor crítico de sucesso, uma vez que fo*nece os ins**os necessár*os par* *xe*uç** *os registr*s. 5. C*NSIDERAÇÕES FINAI* O *ntendimento dos ges**res *o pro**to sob*e a área *o*ística como pilar estratég**o é f*ndamental para sucesso dele. A o não **se*vâ*cia da* etap*s, *ra**s e entreg*ve*s do *rojet* re*ulta na in*f*ciênc*a da g*stão dos proce**os que com*õem o geren*iamento da *adeia de supr*mentos, *, como resultad*, o p*oje*o não alcança a meta pro*osta. Sendo a**im, a logística * **mprometida por não *ornecer *s materiais e i**umos nece*s*r*o* no temp* e *ocal co*r*tos. Co*form* explicado neste t*aba**o, a mod*lidade de exp*oração do pré-sal é altamente p*sitiva na indústria de p*tr*leo e gás no cenário b*asileir*. *ara m**imizar os res*ltados do *roj*to de Pa*ada Programa*a, a a*oção ** t*cnicas e *roc*dime*tos logístico* no gerenciamento da cadeia d* sup*imen*os se mo*traram estrate*icamente *eleva*tes, poi s pe*mitem agre**çã* d* valo* ao projet* a* pro*orci*narem re*u*ão de c*sto* e perdas, além Rev. FSA, Te*esina PI, *. 23, n. 8, art. 7, p. 126-141, a*o. 2026 www*.U*ifsanet.com.br/re**sta *. S. Je*us, C. A. Zago, C. *. Fon*anill*, L. M. V. Nino 140 de ga*ho de tempo na otimização dos pr*cessos logístico*. Desta forma, ao integrar os conceitos preconizad*s na g*stão de *rojetos e no g*re*ciamento da cadeia *e supr*mentos, a chance de suce**o da g*stão de projeto* logísticos é p*o*issora. *omo ponto de melho*ia, a *doção de lições ap*endida* de cada projeto é um importante ins*rumento para ***onhecer e*ent*ais erros, as*im como na identific*ç** de prop*stas d* *oluções *ue permit*m ele**r o g*au de matu*id**e e alcance do sucesso *lmej*do. Sugere-se, para pesq*isas fut*ras, um a*rof*ndamento no setor de **pl*ração e produção com enfoque logístico para adoção de ferrament*s tecnológica* modernas que agreguem *alor ao ger*nciamento da ca*eia *e s*primentos. R*FERÊNCIAS AGÊNCIA NACIONAL DE PETRÓLEO, GÁS NA*URAL E BIOCOMBUSTÍVEIS. Oportunid**es no setor de p**ról** e g*s no Bra*il: ações em curso * ro*adas ** li*itações 20*8-2019. Ri* *e Jan*iro: *N*, 2*18. B*LL*U, R. H. Ge*en*i*mento *a cadeia de suprimentos/logístic* empresaria*. 5. ed. Por*o Alegre: Boo*man, 2006. C*LULOSE ONLINE. Parada Progra*ad* para Manutenç*o? Co*heç* o* 5 p**ncipais * i p*s . Disponí*el em: ht*ps://www.ce*uloseonline.*om.br/par*da-progr*m*da-para- manut*ncao-conheca-os-*-princ**ais-tipos/d*sde 201*. Acesso em janeiro 2020. DE A*S*S, *. B.; DOS SA*TOS JUNIO*, B. F.; FEITOZA, J. S. Plane**me*to e co*tr*l* da manutenção. In: *IM*ÓSIO D* *NGEN*AR*A DE PRO*UÇÃO DE SERG*PE. 2**6, São Cristóvão - SE. *nais do VIII S*MPRO*. Ser**pe: 2016, p. 122 * 139. DESA*I*S D* PRÉ-SAL. D*cu*e*to de ap*io ao PNE *050. Rio *e Ja*eiro: Em*resa de Pesquisa Energética, 2018. *RNS* YOUNG. Rele*ânci* do *e*róleo p*r* o B*asil. *io de J*neiro: Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustív*i*, 2018. G*IA PMBOK. *m guia do con*eciment* em gerenciamento de projetos. *. *d. Proje*t Manag*ment Insti***e *I, 2013. P*RTER, M.7 E. Van*agem c*mpetitiva: cri*ndo e sust*ntando um desempenho *uperior. R*o *e Janeiro: Campus, 1989. SUP*RINTENDÊN*IA DE *ESENVOLVIMENTO E PRODUÇ*O - SDP. *ole*im *a produção de petróleo e gás natural. Seção *úmero 11*. *an*iro, 2020. VARGAS, R. *erenc*amento de p*ojeto* - e*tabelecendo difer*ncia*s compet*tivo*. 8. ed. *io de Janeiro: B**spo*t, 2*16. R*v. FSA, T*resi*a, v. *3, n. 8, *rt. 7, p. *26-141, ago. 2026 www4.Un**sanet.com.br/revista L*gísti*a e Ge*tão de Proj**os em Par*das *r**rama*as na Indú*t*i* *ffsho*e 141 **mo R*fer*nciar este Artig*, conforme *BNT: JES*S, *. S; ZAGO, C. *; FON*ANILLA, C. *; N*NO. L. M. V. Logís**ca e Gestã* d* Pr*jet*s em Paradas Programadas na I*d*st*ia *ffsho*e. Rev. FSA, *ere*ina, v. 23, n. 8, art. 7, p. 1*6-141, ago. *026. Cont*ibuição dos A*tore* C. S. *esus C. A. Zago C. N. Fo*tanilla L. M. V. Nino 1) **nce*ção e planejamento. X X X X 2) an*li** e int*rpretação dos dados. X X X X *) ela**ração do rascunho *u na revisão crít*ca do conteúdo. * X X X 4) parti*ipaçã* na apr**ação da ve*são final do man*scr*to. X X X X Re*. FSA, **res**a PI, v. 23, n. 8, art. 7, p. 12*-141, ago. *026 *ww4.Unif*anet.c*m.*r/revis**

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