www4.fsane*.com.br/revista Rev. FSA, Teresin*, v. 13, n. 6, art. 6, *. 91-112, nov./dez. 2016 ISS* I*p**sso: 1806-6356 ISSN *l*tr*nico: 2317-2983 h*tp://dx.doi.o*g/10.12*19/2016.13.6.6 Fatores Críticos de Sucesso n* Qualid*de da Manutenção Industrial: O Ca*o *as Indúst*ia* de Ter**ina Critical S**cess Factor* in Quality I*dust*i*l Mainten*nce: The Case o* *eres*na Indust*ies *ícero *a*eu Tava*es Duarte Mestrado e* En*enharia de Prod***o pela Uni*ersidade Pauli*ta Especi*lista MBA em *estão Empresari*l p*la Fundação Get*lio Varga* Di*etor Com**cial da *DC* Business Gr*u* *-mail: tad*u@tdca.com.br Fláv*o *lves de Mo*ra Júnior Gr*duação em Engenha*ia d* Produção pel* Uni*er*idad* Federal d* Pi*u* E-mail: eng.*lav*o.ufpi@gmail.co* Felix Amâncio de Sousa Júnior G*aduação em Enge*h*r*a *e P*oduç*o pe** Universidade Fe*e*al do *iauí E-mail: *elixjun**r*2@hotmail.com José Bened*to Sac*m*no Doutor ** E*gen*aria Mec*nica pela U**versida*e de São *aulo Prof*ssor *itular da *niversi*ade Pa*lista E-ma**: jbsacoma*o@gmail.com End*reç*: C*cero Tadeu Tavares D*a*te Ende*eço: Rua **nte e q*atro de janeiro, 2139, B*oco I, A**º 102, Cond. Hebron bairro M*caúba Ce*: 64018- - Editor Científico: *onny K*r*ey de Alen*ar Rodrig*es 6*0 *ere*ina - PI, Brasil. *ndereço: Flávio Alves *e Moura Jú*ior *n*ereço: *ua Osvaldo Cruz, núme*o 22, Bairro *oa **peranç*,Cep: 64*15-440 *a*naíb*-PI, Brasil. Endereç*: Fel*x Amâncio de Sou*a Júnior Endereç*: C**j. P*analto Ur*guai Q 10 C22, *air*o: Vale Quem T*m, Cep: 64057-*19Teresina - PI, Brasil Endere*o: J*sé *enedito Sacomano Endereço: U*ivers*dad* Paulista, Vice-Reitoria de *ós- Graduaç*o e P*squisa, Ca*pus Bacelar. Rua Dr. Bacelar, 121*, Mirandóp**is CEP: 04026-002 Sao Paulo, SP - Br*s** Ar*igo rece**do e* 23/*8/**16. Última *ersão *ecebida *m 18/09/2016. A*r*vado em *9/09/2016. Avaliado pelo si*t*m* Triple Revi*w: a) Desk Review p*l* *d*t**-Chefe; e b) Doub*e Blind Review (ava*ia*ão ce*a por doi* avaliado*es da ár*a). Revisão: Gramatical, Normativa e de Fo**atação.
C. T. T. Duar*e, F. A. Moura Júnior, F. A. Sousa *ú*ior, J. B. Sa*omano 92 R*S*M* Na atualidade, as indústrias t*m uma nec*s*idade de trabalhar n* sua car*a *áxima de produção para ga*ant*r sua melho* re*tabilidad*. Carga máxi*a de pro*u*ão **que* u*a **nutenç*o pr*d**iva *ota* e* ativ*dade, * fim de gara*t** maior p*oduti*idade. E* *e*esina não d*ferente, as indústrias tê* investido cada vez mais é em novos e*uipamentos e novas metodol*gias de trabalho. Para garantir a p*oduçã* a todo vapor, precisa-s* d e um a man*ten*ão de q*a*idad*. Nesse cenário, essa pes**isa *em como obj*tivo identif*car os fatores críticos de sucesso que **fluenciam na qual*dade da manutenção, b*m como *ncontrar os ponto* fortes de pontos fracos da man*tenção *as i*dústrias da cidade de T*resina - *I. O método d* coleta de d*dos d*ssa p*squis* deu-se por meio de entre*istas com os gestor*s d*s setores de m*nutenção da indústr*a de Teresin*, com um roteiro *emiestrutura*o. Os resultados for** uma lista de f*tores crític*s de sucesso que influ*n*iam a q*a*idade da manutenção. A *ntrevist* pode proporciona* uma *r**undidade das qu*stões, *dentific*ndo os p*ntos fortes e os fracos *a m*n*ten*ão da indú*tria de Teresina. *om *ste t*abalho conc*ui- *e que *s indúst*ia* têm muito a melh**ar no que ** refere à manut*n*ão, que algu*s ge*to**s têm conhecimen*o *écnico para provocar uma *udança na ma*utenção, poré* a maiori* não possui *ss* com*etênc*a. PALAVRAS-CH*VE: Man*tenção. TPM. Qualida*e. ABS*RA*T At *resent the i*dustri*s hav* a *eed to work a* f*ll *o*d out*ut to ensu*e optimal *rofita*ility. Max*mum output load requir*s a total pr*ductive *aintenance activity t* *nsure great*r produc*ivity. In Teresina it is no different, *ndustries *ave in**ea*ingly investe* in new e***pment *nd new me*hods of work. To ens*re pr*d*ction a* f*ll *pee* need *s * maintenance quality. This resea*ch aims to iden**fy the critical s*ccess facto*s th*t infl**n*e the quali*y of maint*nance and find t*e f*rrtes points of weaknesse* in t*e maint*nance of the *ndustrial **ty of Te*esina - PI. *he met*od of data collection in this re*earch **s through in*ervie*s ***h *a*ager* o* maint*inability s*cto*s o* *eresina in*ustry with a semi structured sc*ip*. Th* results were a list of critic*l success fa*tors that influence t*e *ua*ity *f maintena*ce, *he i*t**view can provi*e * depth of issues by id*ntifying strengths *nd *e*knesse* in m*intainin* *er*s*na industr*. T*is study conclude* tha* *** *ndustr*es have much to improve *s regards maintenance, some managers h**e technica* *n*wledge *o bring a*ou* a ch*n** in the *a*ntenan**, however th* majority does not pos*ess this sk**l. K*Y *ORD*: Maintenance. TPM. Q*ality. Rev. *SA, Te*esina, v. 13, n. 6, **t. 6, p. 91-112, no*./dez. 2016 www*.fsanet.com.*r/re*is*a *at*res Críticos de **c*sso na Qualida*e ** Manute*ção I*dus*rial: O C*so da* *n*ústrias de **resin* *3 1. INTRODUÇÃO Desde *ue exis*e p*odução, ex*ste a preocupaç*o com quali*ade. O concei*o *s e *err*mentas d* qual*dade vêm evol**n** juntam*nte com a evolução *os pro*ess*s produtiv*s (COST* N*TO, **07). Sã* cinco as visões da qua*ida*e: transcenden*a*, bas*ada n* *roduto ou s*rviço, **sead* *o usuári*, b*se*d* no processo e outra b*seada no valor. O o**e*ivo d* qu*lid*de * a satisfaçã* do *li*nte. A q*ali***e pode se* entendida *m oi*o dimensões: desempenho, complementos, confiab*lida*e, conformação, durabilidade, *ssistência técnica, e*tética e qualidade pe*cebida (G*RVIN, 1984). Manuten*ão * *m conju*t* de açõ*s que aj*dam os eq*ip*m*n*os a g*rantire* a su* f*ncio*alidade ou manut*nibilidade. Fo*malm**te, a m**u*enç** é defin*d* como a c*mbinação de açõe* té*nic*s e *dmin*st*ativas, incluindo as de supervis*o, de**i*adas a manter ou *e*olocar it** em um estado no qu*l possa dese*penhar uma funç** requer*da (*B*T NBR *462, 199*) A q*a*idade n* manutenção é um as*unto qu* *juda a m**hora* a eficiênc*a * a eficác*a da produç*o. A chave d* ma*utenção é *arantir * manu*e*i*ilidade *os equipam*ntos, * fim de galgar maior tempo de pr*dução e, com i*so, *elh*rar * produtiv*dade (P*REIR*, 2013). Assim, o objeto de estudo deste *r*igo é a qualid*de da manutenção *ob a ót**a do g*stor do setor de *anu*enção. **ra esse fim, buscou-*e, en*ão, disc**ir sobre qua*idade, prod*tividade, qual*d*de total, ges*ão p*r **ocesso e *anutenção enxuta. *esse senti*o, est* tr*bal*o teve como pr*ble** de p*squisa: quais os *atores *ríti*os de s*c**so da qualidade da manutenção de indústria* de Teresi*a, sob a ót*ca do *estor do s*t*r de *anutençã*? Assim, o *bj*tivo **sse *studo foi id*ntif*ca* *s fato*e* críticos *e s*cesso na qualidade da manutenção industrial, **m *omo ident*f*car p*ntos fortes e pont o* fracos do set*r de m*n*ten**o *e indústrias de **re*ina. O méto** u*il*z*do defin*u-se *o* ent*evis*a com os g*store* de manutenção de seis *ndústrias de T*resina, d* vários segme*tos produ*ivos, por *eio de u* *oteiro de entre*ist* semiestru*urado e o princip*l resultado *oi ide**ificação dos fatores críticos de sucesso a da manutenç** das i*dús*ria* de Teresina. 2. REFERENCIAL TE*RICO 2.* DEFINIÇÃO DE MANUTENÇÃO Rev. FSA, Ter*sin* PI, *. 13, n. *, art. *, p. 91-112, n*v./dez. 2016 www4.fs**et.co*.**/revist* C. T. T. Duarte, F. A. **ur* Júnior, F. A. So*sa Júnior, J. B. *acomano 94 Manu*enção é o termo u*ado para ab*rdar * forma pela qua* as organi*açõ*s tentam evi*ar as falha*, cuidando de sua* instala*ões *ísicas. É uma parte im*ortant* da **io*ia das a*iv*dades de prod*ção, *specialmente aque**s cujas instalações *êm *m papel fundamental na p*oduçã* de seus b*ns * serviços (SLAC* et *l., 2002). Branco Filho (2008) indica a *anute*ção *o*o a co**inaçã* d* to*as as ações t**nicas e administrati*as, *ncluindo as de superv*s*o, destinadas a manter ** r*c*locar um i**m em um *stado no qual p*ss* desempe*har uma fun*ão re*uerida. 2.1.1 TIPOS DE MANUTENÇÃO Existem vários tipos de *an*tenç*o. Este* e*contram-*e d*vididos na Figura * da segu**te forma: Figura 1 - *s *ipos d* manutenção e *uas divisõ*s. Font*: adaptad* de Pereira (2013). A F*gur* 1 *lu*tra a divisã* d* manuten*ão, primeiramente em m*nutenção planejada e ma*ut*nçã* nã*-planejada. *u seja, a ma*uten*ão planejada é aquela *eal*zada antes da quebr* da *áquina. Já * ma*utenção não-planejada diz *espei*o às ações efetuadas a posteriori, i*to é, depois de d*t*ct*das as avarias (PE*EI*A, 2013). A ma*ut*nção planejad* é, por **a **z, repartida por manutenção *reventiva e man*tenção de melhoria. A manutençã* pr*ventiva *isa eliminar ou reduzir as possi*ilidad*s Re*. FSA, Ter**ina, *. 13, n. 6, art. *, p. *1-112, no*./de*. 201* www4.fsane*.com.br/r*v*st* Fat*res Críticos de S*cesso na Qualid*de da Manutenção Industri*l: * Cas* das Ind*str*as de *eresina *5 de falh*s *or manutenção (limpeza, lubrific*çã*, s*bst*tuição verific*ção) das insta*aç*e* e e* int*rva** pr*-estabele*ido* (SLACK; CHAMBERS; JOH*STON, 2010). A manutenção p**ventiva, o* seja, a prevenç*o de ***rias con*eg*e-se através da util*zação d* manutençã* sis*emá*ic* e da man*tenç*o condicionada (SL*CK et al., 2002). Já a manu*enção s*stemá*ica é a manutenção pre*entiva executada a interval*s de tempo *ré- estabelecidos *em controle p*évi* do e*tad* do bem (SLAC*; *HAMBERS; JOHNS*ON, 2010). Diferentemente *a manutenç** con*icionad*, que é a manu*en*ão prev*ntiva b*seada na vigilância *o funcionament* do bem */o* *os *arâ*etro* *ignificativos d*sse **ncionamento. Enquanto a manutenção p*editiva tem como ca*acterístic* básica o mo*itoramento d* p*râmetros *ue ca**cteri*a* o esta*o de funcionamento dos e*u*p****tos, o* métodos empregado* envolv*m t*cnicas e procedime*tos d* m*dida, acompanhamento e an*li*e desses *ar**etr*s. Assim, a manutenção pre*itiv* t*mbém é denominada com* manut*nção *reventiva b*s*ad* *a con*içã* (PEREIRA, 2013). Dentro da manutenção pla*ejad*, a manutenção *e melh*ria consiste e* *ar*ntir a manuten*bilidade do equ*pamento num processo de mel*oria **ntínua. Nesse sentido, pode-se *i*er q*e seri* uma espécie de um passo à *rente em r*lação à manutenção **ndicionad*, visto que se fazem alterações no equi*amento para melhorar seu f*ncionamento (MOREIRA, 20*8). A manutenção correti*a, como * nome diz, sign*f*c* **ixa* as i*stalaçõ*s continuarem a operar até que quebrem. O trabalho *e m*nutenção é realizado s*me*te após a falha ter corrido. As **arias p**** s*r intr*n*eca* ou extrínsec**. Ou seja, um* avaria *ntríns*ca * a perda de funç*es do equipamento devid* a fato*es *nternos (tubo rom*ido, rola*e*to gri*ado, dentre outr*s). Uma avaria extrínseca é a perda de fu*ções *o equ*pamen*o de*ido a causas *xternas *om* acidentes ou má oper*ção (LEMOS; ALBERNAZ; CARVA*HO, 2**1). 2.1.2 Objeti*o da *anut*nç*o *e *cor*o *om Silva Neto * Lima (2002), os o**etivo* mai* *mportantes *a manuten*ão podem ser res*midos d* segui*te maneira: prever uma marge* d* *varias ou *uebra* durante *roce*s* produtivo; manter o equipame*to ** *ondições de utiliza*ão o seguras; manter o *á*imo de ef*cácia d*s equi*a**nt*s; reduzi* ao míni*o as paradas p*r ava***s; reduz*r ao mínimo os custo* da manut*nção; manter um a*to nív*l **cnico na execuçã* dos tr*b*lhos. Rev. FSA, Ter*sina PI, *. 13, n. 6, art. 6, *. 91-112, nov./dez. 2016 *ww4.fsanet.com.br/revista C. T. *. Duarte, F. A. Moura Júnior, F. A. So*sa Júnior, J. B. Sac*mano 96 *.1.3 Plan* de m*nutenção As pa*adas *e *anutenç*o são focos de preocup*ç*es para *odo o *ro*esso produtivo, p*is caso estas parad*s não s*jam prev*am*nte estabelecidas, vár*os probl*mas p*d*m ocorre*, tais c*mo: p*rda de produção, indisp*n*bi*idade de m*quin*s e equ*pamentos e atrasos dos co*pr*missos. Para *i*imiz*r estes *ro*lem*s, as empresas intro*uziram, em termos a*ministrativo*, o planejamento, a *rogramação e o *o*trole da manute*ção (SILVA NE*O; LI*A, 2002). Port*nto, u* *om plano de manutenção de*e responde* às seg**ntes *uestões: Como? O *uê? Em quanto te*po? Quem? Quando? Quanto? 2.2 QUALIDAD* 2.2.1 Qualidade d* serviço Segundo Fitzsimmons e Fitzsimmons (2**4), os **rviços são diferentes *os **odut*s, o serviço não pode ser estocado, o serviço é consumido à medida que es*á s*n*o pr*duzido, é intan*í*el e essas *ara*terísticas mudam completamente * conceito de qualidade, difere*ciand*-o* d*s produtos. *ut*o conceito importa*te para a ges**o da qual*d*de é a descr*ção d* *egócio. Nesse concei*o *ntra a ideia de fornecedo*/cli*nte, extrapola o cliente ex*erno * fornec*dor ext*rno e introduz um conceito de cliente e fornecedor interno, ou seja, a qu*lidade dos process*s. Um set*r f*rnece *a** ou*ro s*tor; então, nesse momento, o primeir* forn*cedor do se*und*. é O*a, *e ele é fornecedor, ele tem que *ten*e* às *eces**da*es do seu clie*te, um* *ez sati*feitas t*da* as nec*ssidades do seu client*, e** estará trabalha*do c*m qualidad*. Dessa maneira, o setor de m*nu*en*ão dentro da empresa te* forneced*r e tem clie*te e precisa trabalhar com qual*dade *ara at*nde* às necessida**s dos seu* cli*ntes internos. *ampos (2013). 2.2.1.1 *aps da qualid*de Inic*almente, **ve-se ente*der o que é um gap. De ma*eira *im*l*fica*a, u* gap pode ser consi*erado c**o uma *alha ou **cuna entre o pla*ej*men*o o* o con*rol* ela*orado e o r*sul*ado obtido. No m*ndo *orporativo, po*em*s exemplificar *m gap como *m serviço Rev. *S*, Teresina, v. 13, n. *, art. 6, p. 91-112, nov./dez. *016 ww*4.fsanet.com.br/r*vista Fatores Críti**s de Suc*sso n* *ualidade d* Manu*enç*o Indu*trial: O Cas* das *ndú*trias de Teresina 97 *e*ini*o po* *ma em*re*a e a *orma como o *esu*tado d**se ser*iço é perceb*do pel* clie*t*. *ma vez percebido* **lo cl*ente, os Ga** da Qualida*e podem influencia* signi*ic*t*vament* a **rcepção n*gativa so*re o serviç* experimentado, o que tecnica*ente é *hamado de "**sto de *al*a Externa da Qualid*de" (PA*ASUR*MAN, 1988). O mod*lo *ERVQUAL é o nome qu* se dá ao instrumen** de mensuração da qu*lidade p*rcebi*a nos serv*ços. Parasurama* (1988) trabalhou ** perspectiva d* 5 Gap'*, c**hec*d*s **mo G*ps d* **alidade ou abism*s da qualidade. Observe a **gura 2 em que est*o demonstrad*s, em forma *e figur*, os Gap's da qu*lidade, esse modelo é ampl*mente utiliz**o para se medir a qualid*de dos serviços nas diver*as v**ões e di*erentes óticas ou pe*spectivas, conforme Pul*ta, Theis e Schre*ber (*016), que *izeram uma aval*a**o da qualida*e dos serviços presta*os em uma oficina mecânica pelo modelo servqual. F*g*ra 2 - Modelo dos G*p's de Parasur**a*. Fo*te: Pa**suraman (1988). Os gaps d* qu*lidade, ou falhas e lacunas, *epre*entam as div*rgênci*s *ue ocorrem dentro de uma empre*a o* entre a empre*a e * c*iente, ten*o como conseq**ncia a ** R*v. FSA, Teresin* PI, v. 13, n. 6, art. 6, p. 91-112, nov./d*z. *016 *ww4.fs**et.com.br/revista C. T. T. Duarte, F. A. M*ura *únior, *. A. Sou*a Júni**, J. *. Sacomano 98 qualidade no serviço pres*a*o, conform* cita P*r*suraman (*9*8). No total *êm-se 5 Gaps d* Qualidad*, sendo ess*s: Gap 1: Diferença entr* o se****o espera*o pelo client* e o q*e a *mpresa entendeu como * desej* *o cliente; Gap 2: Diferença ent*e o que empresa entendeu c**o o dese*o do cli**t* e * a especifica*ão da qua*idade *o *er*i*o; Gap 3: Di**rença entre a es*ec*ficação *a qualidade do serviço e o ser*iço *fetiv*m*nt* gerado; Gap 4: Dife*e*ça entre o s*rviço gerado * * que a em*resa ofe***e ao cliente; G*p *: *ife**nça *ntre o serviço es*er*do e o serviç* fornecido. 2.2.2 *anutenção enxuta Os autor** Womack * J*nes (*00*) relatam no livro a Máquina qu* Mudou o Mundo o conceito de manut*n*ão enxuta. * seleção de *ma estratégia *e manutençã* *ficaz mantém um *levado grau de ut*li*ação, *onfiabilidade e disponibili*a*e de instalações de produção em qualqu*r proc*sso de produçã*. A **nutenção enxu*a v*sa bas**a*ente à eli*inação d*s desperdí*ios. Por **tro *a*o, Mostafa, Dum*ak e *ol*an (2015) ressaltam a **portância da manu*enção acompanha* os processos *roduti*os, * cada dia a pr*duçã* está se moderniz*nd* e criando novas metodologia* de aume*to de produtividade, isso cria a necessidade d* um * ma*utenção cada vez mais eficiente para acomp*nhar a evol*ção da p**dução, um a manutenção sem d*sp*rdícios e faze*d* a coi*a c*rta, no tem*o certo, *om as pessoas *e*tas. 2.2.3 Ma**tenç*o produtiv* total De ac*r*o com T*kah*shi (1993), a manute*ção produt*va total (TPM) *ost*a que é baseada em três princípios fundam*nta*s: melhoria das pessoas; melhoria dos equipam*ntos e qua*i*ade tota*. A *ualidad* não pode ser d*ssociada d** pessoas * n*m dos *rocessos. Des*a maneira, a ma*utenção *recisa trabalhar com os pri*cípios da qualida*e to*al. * implantação da meto*ologia *PM *as *rg*nizações vai pouco a pouco co*o*an*o uma cul*ura de empresas de clas*e mu*dia*. A *PM visa basic*me*te fazer *om que a **presa ga*a*ta todas as R*v. FSA, Teresina, v. 13, n. 6, a**. 6, p. 91-112, nov./*ez. 2016 www4.fs*net.co*.br/r*vista Fatores Críticos de *u*esso n* Qua*idade da Manut*nçã* Industrial: O *aso da* *ndú*t***s de T*res*n* 99 má*uinas em condiçõe* de fun*ionamento e garantia da manutenibilidade, i*so ac*nt*ce com o treinam*nto dos *perado*es, v*st* que são treinados pa*a efet*ar pequenas manutenções. 3. PROCEDIMENT*S METODOLÓGICOS 3.1 CLASSIFICA*ÃO DA **SQUISA A metodologia adotada p*ra o desenvolvimento desse trabalho foi do tipo des*ritiva e aplic*da, com *ntr*vist** em *rof**didade c*m pessoas *ue têm experiências práticas com o assunto pesquisado e a*alisado (SÁ-SI**A; ALM*IDA; GUINDANI, 2*15). Do pont o de vista técnico, trata-*e de um **tudo de cas*s múl*iplos, **is en*olve um estudo de po*cos objetos d* maneira que se permita o amplo * **talhado con**cimento (YIN, 2015). O trabalh* é *e abor*agem qua*it*tiva, à medida que as info*mações processadas foram realiz*das por me*o da d**crição da situa*ão do chão de fábrica das empresa* através de *ntrevistas com os g*stores (YIN, 2012). * im**rtante destac*r que a análise na prát*ca de u*a man*tençã* certamente utiliza dad*s *uantitativos, mas par* o estudo foram coletadas apen*s a* caracterís*icas qu*litativas. Esse mode*o d* *ntrevist* co* um roteiro *emies*ruturado permite maior fl*x*bi*idade *o e*trevistado* e, principalmente, **ior *r*fundidade *a in*estigação d*s reais fatores de suc*sso *a manutenção. *.2 POPU*A*ÃO E AMOSTRA O Estado d* Pia*í apresenta poucas empresas d* seto* in*ustrial, * essas indús*rias se concen*ra* na G*ande Teres*na, *a*ital *o Estado. Uma vez que as quanti*ad*s de *ndús*r*as são r*duzidas, bus*ou-se trab*lhar com *s *ais repres**tativas, usand* como critérios pri*cipalment* a re**ita bruta anual e o número *e funcio**rios dire*o*. As *eis emp*e*as i*dustriais esco*hidas foram dos setores de esmagament* de s*ja, indústria de descar***eis, *ndús*ria de fios e cab*s, *et*r cerâmico (cerâmica vermelha), indústria de al*m*ntos (refrigerantes) e setor *oveleiro. Es*as em*res*s, juntas, possuem um fatur*mento *nual *uperior * 80 mil*ões de dóla*es c** mais *e 1.000 f*n*io*á*ios di*etos. * prim*ira empresa a ser pesqu**ada fo* a *elva - indústr*a de alim*ntos -, empres* situada no *olo sul de Teresina, PI, a 15 q*ilômet*os d* Teresin*. Empre*a d* refriger*ntes com um inve*timento acima de 15 mi*hões *e dólar*s no parque fabr*l, produz refrigerantes e, *entre e**s, o de *aju, *om capacidade in**alada de 800 mil pacotes de refr*geran*e* por mês. Rev. FSA, Teresina **, v. 13, n. 6, art. 6, p. 9*-112, nov./dez. 2016 www4.fsanet.com.br/revista C. *. T. Duarte, F. A. **ura Júnior, F. A. S*us* *únior, J. B. Sacoman* 100 Única do Pi*u*, Ce*rá * *ar*nhão *ue p*odu* a pré-fo*ma, ou **ja, a embal*g*m e* pet antes do pr*ce*so d* sopro. Única d*s tubaínas do Piauí, Ceará * Maranhão qu* produ* refrigeran*e *m lata. E*presa que domina o *r*cesso de fabricação *o *efrige*ante de ca*u. São seus *rinc**ais *ns*mos: *ç**ar, gás carbônico e *esina PET. Atua no m*rcado do Piau*, Maranh*o e Ceará e s**s principais clientes são *s gra*des a*acadi*tas, g*andes supermercad*s, *ercadinhos, m**cearias, re*ta*rantes, bares, *ada*i*s e l**chone*es. A segunda empresa a ser pesqui*ada foi a Dure*no, ind*s*r*a esmagadora de *oja, **ca*izada na cidade de Teresina, PI, zo*a sudeste da capi*al, pioneira no e**ado do *iauí, é uma em*re*a familiar que *rodu* farelo *e soja e óleo, sua p*od*ção é semi-cont*nua, á**a de *tuação s*o os estad*s do P**uí, C*ará, Rio Grande d* Norte e Pernam**co, seus pri*cipais fornecedores se encon*ram no *ul *o Pia*í, conhecid* com* cerrado pia*iense, que é u* a região produtor* de soja. P*ssui f*ot* *rópria para a pux*da (** faze*da para a indús**ia) e para a ent*ega (da indústria para *s clie*tes). O pri*cipal segme*to de vend* dos produ*os são: farel* - avic*lt*res e *abrica*tes ** raç*o * no *leo de soj* a Pe*robras para a *rodução de biodiesel. A terceira indústr*a a se* pesquisada foi a Bonoplast, in*úst*** de descartáv*is, localizada na cidade de Teresina, PI, zona norte da capital, *mpresa fami*iar, p*onei*a *o e*tado do Piauí, s*u principa* forne**dor é a *etrob*as co* a resina termoplástica qu* é a ba*e da comp**ição dos descartávei*, atua *o norte e no*de*te brasileiro, sendo s*u principal m*rca*o o es*ado do Piauí e Mara*h*o. A empresa é parte de u* grup* empresaria* que possui ma** uma indústria de velas e um **aca*o de alimen*os. O* princip*is cliente* são: grandes at*c*distas * su*ermercados ma*ore* co*o *s g*andes rede* - Grupo Car*al*o, At*cadão, *al*a*t, etc. A quarta empresa a ser pesquisad* fo* * Fên*x *óveis - indústria *e móveis, e*presa l*calizada na cidade de Teresina, PI, no polo ind*strial sul, a 7 quilô*etros de Teresina, *mpresa fam*l*ar. F*n*ada em agosto de **94 c*mo *epr*sentante com*rci*l de móv**s para e**r*tório, em 2006 inicia o processo de fabricação de cade**as e linha b*sica *e móvei* para escritór*o e em 2014 *na*gur* *ma nova f*brica no **lo industrial sul de Teresin* PI. - Trabalha com a p*odução e a distribui*ão d* m*veis de a*o, móveis escolares, móveis par* *s*ritór*os et*. * indústri* tem u* parque fabril m***rn* com doi* ro*ôs de s*lda e máquinas *ovel**ras de úl*ima geração do *egm**to. S*a *rea *e atuação compreende o Piauí, Cear* e Ma*an*ão, *onta ta**é* *o* 3 lojas na cidade *e Teresina. Seus p*i***p*i* client*s são em*resas (escritórios), *ojas especia*iz*das em móveis para escritório e l*jas de departamento*. Rev. FSA, Teresin*, v. *3, n. *, art. 6, p. 91-112, n*v./dez. 2016 www4.fsa*et.com.br/rev*sta Fa*ores Crít**os de Sucesso n* Q*alid*de d* Manutençã* *n*ustrial: O Ca*o das Indús*ria* d* Te*esina 101 * *uinta e*presa a s*r p*squisa foi a C*râmica L*vra*ent*, indústr*a do polo cerâmico do esta*o vizinho M*ranhão, na cid*de *e Timon, * 15 quilômetro* de Ter*sina, e*pr*sa *om uma *aracter**tica dif*rente, onde c*nvive na mesma planta fa*ri* uma indú*tria c*m forn*s ab*bora e for*o tú*el totalme*te a*toma*i*ado*. P**du* telh* c**al e *ijolos, se** pr*ncipais clientes sã* c*nstruto**s e dep*sitos ** material de constru*ão. Sua área *e atuação c*m tijolo num rai* de 1** quilômetros e com a telha um raio de 6*0 q**lômetros, sendo * regiã* predomi*ante o estad* do Maranhão. A sexta empre** a *er pesqui*ada foi a Copp*rline - indústr*a de fi*s e cabos, localizada *a cidad* d* Ter*sina, PI, zona sudeste da c*pit*l, pio*eira no e*tado *o Pi*uí, tr*balha com fios e c*bos, empresa ce*tifi*ada pela ISO 9*0* e Ce*tificados de *on*ormidade de Pro*utos e**t**os pelo BUREAU VERI*AS CERTIFICATION, *rgão *rede*ciado pelo INMETRO. Seu *rinc*pal fornecedor é a Chin*, com matéria prin*i*al que é cob*e a e *lumín*o. Ár*a de atua*ão concen*ra-se no norte e nor*este brasileiro, com mai*r par*icipação nos est*dos do Piauí e Maranh*o. Seus princ*p*is clie*tes s*o constr*toras, *mpreiteiras, *ojas de *aterial *e construção e loj*s esp*ciali*adas em material *létrico. 3.3 TRA**MENTO E ANÁLISE DE *ADOS As entrevistas fo*am gr*vad*s e posteriormente transcritas na íntegra. Logo após a transcriçã* dos áud*os, inici*u-*e a análise dos dados. Par* fa*er a aná*ise dos *ados, f*i *ecessá**o agrupar os f*tores crí*i*os de suc*sso da manuten*ão, elencados pelos ges**re*, po* assuntos e/ou p** afinidade. Obs*rvou-se *amb*m o que o *estor quis falar nas entr*lin*as da *n*revi*t*, fa*os elucidados p*lo tempo verbal da respos** ou *ela inten*idade *a vo*. Esse método ut*lizad* valori*a ca*a fal* de cada entr*vi*tado, leva*do-*e em cons*deração *ão a qu*nti*ade de vezes *ue s* repe*e* os critérios e sim a qualidade, o* seja, o aparecimento d*ste *u daquele crit*rio. A pesquisa demonstrou, *am*ém, a repetição das res*ostas nas entrevis*as, o que torna esse *ú*ero represen*at*vo como amost*a. 4. *ESULTADOS E D*S*US*ÕES *s **su*tados a*canç*dos por esta pesquisa foram a i*en*ificação *e 1* fatores críticos d* **c**so da *u*lidade *a m*nuten*ão, co*forme se obse**a n* Fi**ra * abaixo. Rev. FS*, Tere*in* PI, v. 13, *. 6, art. 6, p. 91-112, nov./dez. *016 www4.f*anet.com.br/rev*sta C. T. T. Duarte, F. A. M*ura Júni*r, F. A. *ous* Júnior, J. B. Sacomano 102 Figura 3- Fatore* encontrados Fonte: Próprio Auto* Por m*i* da análise d*s entre*istas, *oram *ncontrado* *sses dez elementos: ap*io da direção, a*oio fina*ceiro, comunicação, *strutura, pessoas, planejame*to da man*t*n*ão, manuten*ão p*edit*va, manutenç*o prevent*v*, qualidade e trein*mento dos col*borad*res. Esses resul*ados s*o r*l*va*tes, **s** que se encontra* em consonância *om a teo*ia relat*d* *este artigo, como por exem*lo a TPM e manutenção enx*ta. A pr*me*ra pergunta foi: Qual nota o gestor daria para a manutenção *a *ua empres*? Em u*a es*ala de * a *, na *ual 1 é a *ontuação mais baixa, rep*ese*tand* * pior manut*nção, * 5, a m*lho* possível. As re*postas ficaram em 3 * 4. *omo se mostra a seguir: Empre*a 3: "Sinceram*nte, no má*i** 3." Empr*sa 6: "C*mplicado, eu daria 4." * resp**ta do ent***istado da em*res* 6, quando diz "*omplicado", isso pod* significar que ele está e* dúvida para falar, o *u* se pode concluir que essa *ota talvez não r*flit* a re*lidade. *sse tipo de resp*sta é "normal", visto que o ent**v*s*a*o não quer se *ompr***ter c*m a respo*ta na en*revis*a. As n*tas d*d*s pe*os g*stores das empresas para suas devi**s manutenções estão desc**tas na Tabela 1 a seguir. Sendo possível destacar a média dos *a*ore* igual a 3,33 de uma escala de 1 a 5, *endo 1 a pior *ota e * a melh*r n**a. O valo* mais rep*tid* é ig*al a 3, tendo * da* 6 empresas dan** nota 3 para suas *evidas manutenções. E com um desv*o padrão d* 0,516. Rev. FSA, Teresina, v. *3, n. 6, a*t. *, *. *1-112, nov./dez. 2016 ww*4.fsanet.*om.br/rev*sta Fator*s C*íticos d* Suce*so na Qualidade *a Manutenção Industria*: O Caso *as Indú*tr*as *e Tere*ina 1*3 Gera*mente, nesse caso *e uma pergu*t* direta, o entrevist**o sente um pouco de receio de falar o qu* *le g*staria de f*la* *or dois motiv*s princ**ais: primeiro: ele é o gestor, * s* *isser que * setor est* com nota mu*t* baixa, ele está se autoavaliando també*; por outro lado, ele tem rec*io de *e compro***er co* medo de chegar até a direção d* empre*a alguma informação comprometedor*, muito embora seja dit* que a ent**vista será confiden*ial e esses *ad*s não serão revelados. Tabela 1 - Valores *a **nutençã* nas emp*e**s Em*resas 1 2 3 4 * 6 Not*s 3 4 3 3 3 4 Fonte: elaboração pr*pria Méd*a: 3,** Mo*a: 3 Des*io Padrão: 0,516 A classificaç*o dos própr**s g*stores c*nfigura-se com* o mais *ie* à realida*e, * como resu*t*d* desses val*res foram citados inúm**os p*oblemas, desde a inexist*nc*a de uma man**e*ção **e*enti*a at* a baix* q*alificação dos operár*os. Como se p*de o*s*rvar em al*umas *ntrevistas: *mpresa 2: "O *ue falta par* te* nota 5, são equipamentos e me*ânicos c**acitados". Empr*s* 3: "Não há conhecimento d* próprio **ncionário e tam*ém as peças são caras". Empresa 5: "Seri* a parte da *rgani**ção das m*nutenç*es pr*v**tivas, sempre tev* esse *rob*ema, *ão tem condi*ã* d* fazer o acompanham*nto da* *r*ventivas". Dentre as empresas, a melhor classificada *elatou que *s pr*blemas encontr*d*s fo**m a *a*ta da m*nutenção preditiva e o tem*o de reposição das peças. O mapea*ento d* processo *o** s*r u*i*i*ado para a padronização ** rot*na do d*a a dia de *ada setor d* empres*. Dessa *aneira, pode-se *apear o setor de manutenç*o das ind*stria* a fim de garantir a *eposição Rev. *SA, Ter*s*na PI, v. *3, n. 6, ***. 6, p. 91-112, nov./de*. 2016 www4.fs*net.com.br/r*vista C. T. T. Duarte, F. A. M*ura Júni*r, F. A. Sous* Júnior, J. B. Sacoman* 104 das peças no tempo me*or p*ra aumentar a *fici*ncia do tr*ba*ho *e m*nutenção. CAMPOS (2013). Como p*de ser v*sto na tran*crição a *eguir: Empre*a 6: "Falta uma *anutenção preditiva e *ontrole de temp* de re*osição das *eças. Esse é o p*incip*l pro*lema". Sobre * *ercei*ização da m*nutençã*, qu**do se to*na neces*ária, a gra*de maioria das e**resas afirmaram que **ntam com apoio de terceiros na re*liza*ão dess*s ativid*des, o me*mo **e em pe*uena percent*g*m. O*tr** afirmaram que a manut*nç*o é reali*ada 100% i*terna. Ter*eirizar p*de ser uma alternativa para as empresas, en*retanto **ve-se fazer sempre * re*ação custo/*enefíci* para av*liar *té que ponto ser*a me**or te*cei*iz*r ou p**duzir internamente. U** forma de avaliar seria *elo fator *inan**iro, p*rém dev*-*e le*ar em consideração outras **riáveis, tais com*: tem*o de *epo*ição, nível de especialização dos se*viços, qual**ade dos serv*ços e n**el *e c***iança entr* as p*rtes. Dos Santos (201*). E*presa 2: "A maioria é in**rna, *erce**izamo* muito p*u*o". Empresa 3: "Temos sim, mas ain** nec*ssitamos de uma mão de obra externa". **pr*sa *: "Acho q*e man*t*nç** própria f*ca*ia e* 60 %. Mai* um *ouco da me*a*e". Empr*sa 5: "I*terna. Somente **terna". Sab*-se que a man*tenção é um* atividade fu*dament*l para uma empr*sa *ue a*meja ser líder de merca*o e ser consi**rada uma empre** *e classe mundial, as*im é inev*tável o invest**ento nas v*r*a* a*ternat*v*s de man*t*nção, a*go qu* não foi visível na* emp**sas ab*rdadas. Todas *ontam com a prática da manuten*ão corretiva, poucas faz*m u*o da preventiva e ape*as uma em**esa i**ciou o invest*mento em p*edi*iva, mas *ão deu a devid* ate*ção e **t* parada. O *om u*o da m*nutenção e sua *istematização dentro de uma *ndú*tria *ode ser *m diferencial c*mpetitiv*, visto *ue se pode f*zer mais co* *en*s. *mpre*a 1: "Só a cor*e*iva, *ois n*o temos m*t*rial p*ra p*eventiva". Empresa:2 "Tem*s muito t*abalho de preventi*a. Está com *8 % *reventiva". Rev. FS*, *ere*ina, *. 13, n. 6, art. 6, p. *1-11*, nov./de*. 2016 www4.fsanet.*om.br/revista a de
Fatores Críti*os de Sucesso na Qu*lidade da Manutenção Industrial: O Caso das Indús*rias *e Teres*na 105 Empres* 3: "M*s a corretiva, em alg*ns cas*s, a gente faz a preventi**, quan*o vemos que dá, ne*ses dois últim*s *eses at* temos feito a prev*nti*a". Com a prática pre*ária da *anutenção, é notável a falta também *e um plano de m***tenção e a*omp*nhamento de*se processo. Aqui, pod*-s* *dentif*car a n**essidad* de um sist*ma de **nut*nção. Sist*ma * *m conjunto de partes i*terd*pendentes com determ*nado obj*tivo (OL*VEI*A, 2013). Dessa maneira, * *is*ema de manutenção necessita de um objetivo alinhado com a estrat*gia da empresa. *ara garantir que as ati*idades pla*ejadas estejam *xec*ta*as de forma a*equada e mediante o método estabelecido, deve-s* criar uma forma de avaliação siste**tica para gara**ir a **ec*ção das *tividades da man*te*ção. E**re*a 1: "A empres* ainda nã* *em um *lan* d* m*nut*nç*o docu*en*a*o de pr*ventiva. " Empresa 6: "Tenho um plano d* manutenção *revent*va anual, ten*o plano de *ubrificação e um plano de ref*rm* de melhoria, es*es s*o fe*h*do* *or ano, pr*gr*ma anual. C*lendár*o anual d* preventiva, l*brifica*ão. " Mas, pa*a *utras empres*s, as atividades *e manu**nção preve*tiva já *stão incorporadas empres*, n*o *endo po*sível à ev*tar 100% das quebras * *al*as de m*qu*n*s, mas diminui sig*if*cativ**ente. * op*rário d* máquina é a p*ime**a pessoa a identif*car que a máqu*na ou *qui**mento quebr*u, então, o*o*re*do anoma*ia (*u*bra ou p*rada), o op*rário r*lat* para o s*pervisor, este, no desempenho de su* fun*ão, deve reg*stra* es*a *nomali* p*ra *epoi* serem *mpreendidas análises das máquinas, atacando as causas imed*a*as. Em s*guida, o g*rente faz re*atório d* situação atual para a direção, **e, por su* vez, est*belece as m***s *e melho*ias (CAMPOS, 2*13). Seg*ir esse fluxo d* informaç*o é importante para o p*ocesso de *e*horia. Empresa 5: "nós temos * corretiva *uand* a máquina quebra, e a preve*tiva *com*an*ando este por sistema de plano de manutenç*o, que a**da *em problemas, poi* não co*seguimos a*ompan*a* 100%. " Rev. FSA, Teresin* PI, v. 1*, n. 6, art. 6, p. *1-112, *ov./d*z. 2016 www4.fsa**t.co*.br/*evi*ta C. T. T. *uart*, F. A. *our* Júni*r, F. A. Sousa Júnior, J. B. Sa**mano 106 Empresa 6: "Hoj* já faz*mos a *reventiva, **s não a pr*dit*v* *inda, * preventi*a * p**soal v*i lá e **r se *em a*gum problema dia*nosticad*. Só a lub*i*icação *ue e*tamos fa*e*do nesse pad**o. " Com toda *n*li*e re*lizada nos pontos anteriore*, é *bs*rv*da a fa*ta da mai*ria *as empresas em ac*mpanhar * manuten*ão de forma co*reta * fa*er uso dos recurs*s que realmente sã* *ece*sários para ter uma manuten*ão **etiv*. Outro ponto que está liga*o ao* *nteriores é a falt* de controle do cu*to das manuten*ões realiz*das. Já *ra de s* *sperar is*o, visto que não t*m um *om acompa*ham**to, a **antificação mone*ária ta*bém *ão é real*zada d* f*rma efi****te. Empresa 3: "Es*a parte d* cust* e*tamos c**ando a*ora, com o *etor de compras, para ter um controle nas so*icitaç*es d* pe**s, * identificar para q*e *áquina vai, e ter um parâmetro disso tudo". Em outras empresas, a quantific*ção f*c*u *e forma **p*rficial, *em *m v*l*r *xato. Esse p*nto em questão deve ser observado com cuidado, vis*o que po*e *nviabilizar a operação *or falta de co*tro** d*s gastos. A f*rra*enta de gestã* *ue cu*d* do orçamento é ch**a*a *e OBZ - *rçamento base zer*, ela pa*te do pressup*sto *e que o pa*sado nã* serve de ba*e para a *revisão *o orçamento e a meta é reduzir m*is, de*sa maneira po* m**o de um *ontrole de gasto* rigoroso bus*a-se limitar as despesas e *s de*embolsos em toda* as á*ea* da organ*zação, inclusiv* na manute*çã* (PYH*R, 1981). Emp*es* 1: "S*m, estávamos fazendo aq*i um* esti*ativa e *i*a por volta de 20 a 30 mil rea*s esse mê* (ju*ho), ma* o *inheiro que est* entrando *stou consegui*do fa*er algumas manutenç*es, hoje está po* volta de 30 a *0 mil re*is por mês". Outro a*pecto n* manu*enção é q*e n*o adi*nta ter todas ** *eças dispon*veis p*ra a rea*ização da m*nutenção, se a mão de o*ra pr*sent* *ão está qu*lifi*ada para realizar o trab*lho, *u não se en*o*tra to*alm*n*e q*alifi*ada para o proced*m*nto requerido. De a*ordo c*m Silva Neto e Lima, (2002), u* dos *atores ma*s impo*tantes *o controle *a manuten*ão é o seto* de pessoal. De*sa forma, a elaboração do pla*o de cont*ol* deve iniciar-*e por este seto*, selecionando as pessoas certas para cada ativi*ade específica ou formand* uma equipe Rev. FSA, Teresi*a, v. 13, n. 6, art. 6, p. 91-112, nov./de*. 2016 www4.fsan*t.*om.br/revist* F**ores Críticos de Suce*so na Qua*idade da Manuten*ã* Ind**trial: O C*so d*s Indúst*ias de Teresina 107 *om competênc*a a*equ**a. Co* i*s*, o***o ponto debat**o no tr*b*lho é a qualifi*ação do* cola*oradores e * d*vi**o *as ativid*des. O SENA* - S*r*iço n*cion*l d* apren*izagem *ndus**ial - *ossui vários trei**m*nt** na área indu*tr*al, p**si**litando o funci*nário ser tre*n*do *m qua*qu*r pa*te do país em det*rmin*da esp*c*a*id*de, bastando *ara isso ser solicitado. Outr* for*a de treinar os *rofi*sionais da manutenção é solicit*r do fa*ricante *o p*óprio equipamento tre*na*entos específicos n*s laboratóri*s das fábricas fornece*oras. Em*r*sa 1: "Os nossos operad*res aqui, são b*m *nstr*ídos, são antig*s e muit* *eles *or*m capacit*do*, algu*s *elo* pr*prios forneced*r*s d** máquina*, * iss* *recisa, lógico, *azer uma *er**icação *ais de*alhad*". Empresa 4: "No caso do eletricista, quando é mais complexa ele n*o t*m o c***ecime*to". Para algumas emp*e**s pes*u*s*das, os c*lab*radores *stão capacitados, mas par* o*t*as *mpresas é n*cessário um treiname**o ur*e*te e/o* até u*a nova c*ntrat*ção. O principal papel do ge*e*te é tre*nar e *tingir met*s, at*ngi* met*s é resolver p*ob*ema* para se ch*gar aos *es*ltados, portan*o o gerente é con*ratado para d** resultado Ca*pos (2013), no caso da gerência de manutenção não é dife**nte. O treinamento deve ser t*abal*ad* com os col*boradores do se*or de manute*ção e os operá*ios das máquinas. O setor de re*ursos hu*anos *ode trabalhar criando *m quadro de com**tências d* tod** as funções ** empresa, incluindo * setor de man*tenç*o, ess* quad*o vai nortear * a*o*pan*ame*to do gerente d* cada s*tor para me*horar as comp*tência* dos seus colabo*adore*, *hiavenato (2009), para que no **tu*o de nov*s c*ntrat*ções possa-se definir *om mais clareza o perfil *rof*ssio*al. O des*nvolvimento das habilid*de* d*v* transpor a habilidade técnica, pass*ndo p*r *utras ha*ilid*des, tais como: habili*ades de *egócios, como analisa* a *ec**sidade e *ropor soluçõ*s, habilidades in**rpessoais, habili**d*s pessoais e habilidades tecnológica* (ROTHWELL; A*NESON; NAUGHTO*, 2013). Empresa 5: "P*ec*samos de ma*s gente q*alifi*ada, hoje *e**s, pr*ncipalmente o eng*nhe*ro eletricista **m experiência". Empresa 6: "Fa*ta g***e capa*i*ada na área de autom*ção, te* máqui*as mais modernas, com isso, não temos gente para fazer a manutenção". Rev. FS*, *eresina PI, v. 13, n. 6, a*t. *, p. 91-112, nov./*ez. 2016 www4.fsa*et.*om.b*/re*ista C. T. T. Dua*te, F. A. Mour* Júnior, F. A. *ousa Júnio*, J. B. Sa*omano 108 4.1 PON*OS POSITIVOS E NEGATIVOS É notável a falta d* um* man*tenção efetiva na* emp**sas *studadas e, com *s ent*evistas realiz*das, fo* possível observar os po**os ne*ativo* e alguns p*siti*os que f*ram mencionados pelos g**tores. *ontos esses descrit*s no Qua*ro 1 a *eguir. Q*adro 1 - Pontos positivos e negativ*s da manutenção PONTOS *OSI*IVOS *ONTOS NEGA*IVOS E*uipe com disponibili*ade a cooperar Nã* *eal***ção correta da manutenção preventiv* na maioria das *mpresas Co*prom*timento da diretor*a com a ma*utenção Fa*t* de f*rram*ntas para a prátic* da *anute*ção Falta de mão de obr* qualif*cada A *ne*istên*ia de manutençã* p*editi*a A não me*suraç*o dos gastos co* manuten**o A f*lta de plano de manute*ção na maioria da* empresas **ficu*dade de **uis*ção *e peças par* *s maqui*as na reg**o de Te*esina. **lta de rec*rsos finance*ro para in*esti**ntos Fonte: E*a*o*ação *róp*ia Dentre os pontos *egativos, a realiz*ção errada ou a s*mples inexistência da manutenção preventi*a *oi uma das mais mencion*d*s, também pelo fato da baixa qualifica*ão do* o**rár*o* r*sp*ns*ve*s pela manutenção, e a i*d*sp*nibi*idade de recursos para a aquisição de p*ça* para a substituição na realização *as preve**ivas. E as empr**as que têm r*c*rsos, tê* outra difi*uld*de: a falta de *orneced*res n* *egião, send* neces*ário faz*r ped*do* de ou*ras l*calidades *umentan** o temp* de espera. C o* a baix* d*sseminação da manut*nç*o preve*tiva n*s empresas, co*s*quentemente out** pr*b*ema é a f*lt* d* um plano *e manutenção, para que *osse realizado ** f*rma **r*eta *bedec*ndo às e**gências mínimas a fim de *e ter sucesso *es*a atividade. Rev. FSA, Teresi*a, v. 13, n. 6, ar*. 6, p. *1-112, nov./dez. *01* www*.fsanet.*om.br/r*vista Fatores Crític*s de *uce*so na Qu*lida*e da Manute*ção I**ustri*l: O Caso *as Ind*stri*s *e Teresin* 10* Import*nte obs*rvar que todos os problemas estão in*e*li**d*s, pode*do um se* por conse*uência do outro, com isso a empresa tende * perder. Por o*t*o *ado, *lguns pon*os posit**os foram citados pelos gestore*, dentre el*s a *ooperaçã* dos operários, dis*on*v*is * ajudar da me*ho* *o*ma e sempre empe*hados a da* o melhor. I*portante lembrar q*e *sso foi c**ado *or apen*s uma e*pr*s*. *ão se*do generalizado a todas. J* * seg*ndo ponto positivo, q*e * a ó*ima colab*ração com a *a*utenção da alta gestão da *mpresa, *oi unânime, algumas afirmaram que t*nham r*sistência com isso a alg*n* ano* atrás, mas que at*almente contam co* todo o apo*o da alt* *erência. 5. CO*SIDE*AÇ*ES FINAIS A manu*enção e a qualidade *ê* evolu*ndo juntas para suprir u*a demanda da *ociedade cada ve* m*i* exigent* * visando à bu*ca por um ambiente pro*utivo perfei*o. Ma* a quali*ade na ma*utenção n*ces*ita *i*da de ma*or *tenção na* organizaçõe*, poi* tem uma gran*e o*ortunid*d* de *ompetitiv*dade e de se *o*nar um diferencial no mer*ado. No *aso *m est*do, as dificuldades com * *a*utenção são visívei*; e* al*un* casos, somente a exis*ênc*a da manutenção corretiv* e * preventiva não *e* a efic*ência desejada. Há falta de recursos p*ra aqui*içã* de peças para a efetiva**o **s t*ocas, o que provoca um ac**ulo de *empo *aior qu* o pla*ejad* no mo*ento da ma*utenção. Em alg*ns casos, a qualificação do* o*eradores foi o moti*o do não cumprimento *o tempo *stima*o de e*ec*ção da ma*ut*n*ão, pela fal*a d* c*nhecimen*o *s*ecífico de determinada máqui*a. Com i**o, propõe*-se algumas medida* *e *perfeiço**e*to *o sistema de manutençã* em *ues*ão, a serem dis*u**d*s em termos d* *elhori*, r*lacionada tanto às má*uinas e métodos quant* à m*o d* obra. As m*di*as d* melho*i* propost*s são: *anutenção predit*va do maq*in*rio, capacita*ão *o pesso*l com trei*amento*, por exe*plo, *mplantação dos POP\s (Pro*edimento *peracional *adrão), pois em alg*ns caso* a* *áquina* são novas e de ***a t*cn*logia, mas os fu*cio*ár*os não possuem escola*idade técnica, além d* proposta de tr*ca *o instrume*tal atual por *utros de melh*r d*sempenho. Por f*m, p*ra alav**c*r a manutenção nas emp*esas est*dad*s, **de-se notar a necessidade de in*est*r e* uma gestão *a manutenção mais e*etiva; ter o acompan*amento de todas as manu*enções; fazer uso das fe*ra*ent*s de gestão que estão presen*es nas literaturas Rev. FSA, Te*esina PI, v. 13, n. 6, ar*. *, p. 91-112, nov./dez. 2*** www4.fsanet.com.br/revista C. T. T. Duarte, *. A. Moura Júnior, F. A. Sousa Júnior, J. B. Sacom*no 110 e acompanh*r essa evolu*ão *os s*tores por mei* de uma avaliação sis*emática da qua**dade d*s **rviços prest**o*. Pa** trabalhos futuro*, pretende-se fazer *m* pes*uis* e* mais *mpresas industriai* d* Piau*, co* bas* nas dimen*ões encontr*das nessa p*squisa para fazer u* com*arativo en*re as em*resas e entre * expe*t*tiva do colabor*dor d* manutenção e a realidade da *m*resa onde ele trab*lha, utilizando a l*gica do *odelo SE****AL. *EFERÊ**IAS B*ANCO FI*HO, G. A Organi*ação, o Planejam*nt* e * Contr*le da *a*utençã*. Rio de J*n*iro: Ciê*cia Mode*na, *008. C*MP*S, V. F. Gere*ciamen*o da rotina d* trabalho do **a-*-dia. E*itora Falconi *on*u*tore* de res**tados. 266 p*ginas. 20*3. C*IAVENATO, I. Ge*t*o d* p*ssoas. 9* Ediç*o, E*itora Cam*os. 522 página*. *ã* **ulo. 20*9. COSTA N*T*, *. *. O. Qualidade e c*mpetências nas *ecisões. São Pa*lo: Ed*tora B*ucher, 2*07. FITZSI*M*N*, J. A.; F*T*SIMM**S, M. J. Admi*ist*ação de Serviç**: Operaçõe*, Estratégia e Tecnologia da Inform*ção. AMGH Editora, 2014. GARVIN, D. A. *h*t Does "Product Quality" R*al** Mean - Sloan Ma*a*ement Review - Cambrige, USA, FALL 1984. LEMOS, M. A; ALBERNAZ, C. M; CAR*ALHO, R. A. Qual*d*de da Manute**ão. In: XX*I ENE*E*, *1, 2011. Belo Horizo*te. Anai*... Belo Horizo*t*: Ass*ciação B*as*leira de Engenha*ia d* P**d*ção, ****. MOREIRA, D. A. Adm*n*stração da Produ*ão e Operações. 2. e*. Sã* Paulo: *e*gage Learnig, 200*. MOSTAFA, S; DUM*AK, *; *OLTAN, H. Procedia M*nufacturing, *ages 434-444, V*lume 2, 2015. NBR 5*62 - Copyright © 199*, ABNT - Associa*ão Br*s*leira *e Normas Té*nicas Printed in B*azil. Impresso ** Br*sil T*dos os direitos r*servados. 1994. OLIVEIR*, *. P. R. de. Sis*emas Or*anizaç*o e Métodos: uma abordagem g*rencial. 21* Ed*ção, Editora Atla*, P. 520 *ão Paulo. 2013. PARASURAMAN, *; Z*IT***L, V. A.; BER*Y, L. L. S*RVQUAL. Journal of r*ta*ling, v. 64, n. 1, p. *2-*0, 1988. Rev. FSA, Teresina, v. 13, *. 6, art. 6, p. 91-*12, **v./d*z. *016 www4.fsanet.*o*.br/*e*ista Fatores Críticos de Sucesso na *ualidade d* Manuten**o Industria*: O Ca*o das I*dústr*as de Teresina 111 PEREIRA, *. M. C.. Anál*se * desenvolvimento d* Sistema de Gestã* da Manutenção Industria*. 2013. 139 páginas. Dissertaçã* d* Mestrado. Faculdad* D* En*enhar*a da Universidade Do Port*. 2013. PYHRR. P. A. Orçam*n*o Bas* Z*ro. São Paulo. Ed*tora Int*rciênc*a. São P*u*o, p. 282, 1981. PUL*TA, *; T*EIS, V; *CHREIBER, D. Aval*açã* da Qualidad* dos Ser*i*os Pres*ad*s e* Uma oficin* d* Repar*ç*o *utom*tiva *travé* da Es*ala Servqual. Re*ista *a UN*FEBE, v. 1, n. *5, p. 3*-49, 201*. ROTH*ELL, *. *; ARNESON, J; N*U*HTON, J. Competency Study: *he Training & D**elopment *rofession *ed*fined. Alexand*i*, USA. E*ito*a ASTD - America* society fo* t*ainin* & Dev**opm*nt. P.132, 2013. SANTOS, J. A. Terc**rização-U* m*nu*l segundo Qu*iroz. Revist* de *i**cias G*renc*ais, v. 11, n. 13, p. 15*-159, 2015. SÁ-SILVA, J. R; DE ALMEI*A, C. D; GUIN*ANI, J. F. Pesquisa documental: pista* teó*icas e metodológi*as. Rev**ta B**sileira de História & Ciências *ocia*s, v. 1, n. 1, 2015. SILVA NETO, J. *. L*MA, A. M. G. Impl*ntaç*o d* control* d* manutençã*. Br*sil. 2*02. SL*C*, *; CHAMB**S, S; HARLAND, C; HARRISO*, A. Ad*inistração da P*odução. 1 ed. São Paulo: A*las, 2006. SLACK, N; CHA*BERS, S; JOHN*TON, R. *per*tion* managem*nt - 6th *d. 20*0. TA*AHASHI, Y. TPM/M*T: man**ençã* pro*utiva tot*l. IM**, 1993. WOMACK, J. 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FSA, Te*e*in*, *. 13, n. 6, ar*. *, p. 9*-112, n*v./dez. 201* www4.fsanet.com.br/revi*t*

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